Desde quinze de fevereiro quando foi anunciado pela CBS que a grande apresentadora Oprah Winfrey seria responsavel por entrevistar Meghan Markle e Harry, estamos fazendo uma contragem regressiva. Essa é a primeira entrevista juntos que o Duque e a Duquesa de Sussex dão desde a entrevista de seu noivado em 2017.

Se você nos acompanha nas redes sociais, com toda certeza você já viu os traillers legendados que foram liberados até este momento. Caso ainda nao tenha visto, não deixe de nos seguir no Twitter e no Instagram e fique por dentro de todas as novidades.

O especial “Oprah com Meghan e Harry” vai ao ar pela CBS este domingo e terá a duração de duas horas. A entrevista começará as 22h, horário de Brasília. Como nenhuma emissora brasileira comprou os direitos de transmissão, nos comprometemos a procurar as melhores formas para que todos possamos assistir ao vivo a esta tão esperada entrevista.

Os dois links abaixos transmitem a programação da CBS 24h por dia:

FreeInterTV

123TVNow

Após o fim da transmissão, começaremos os trabalhos de tradução da entrevista completa.

Será um Príncipe Harry entristecido que digerirá o veredicto de grande parte da mídia britânica sobre o desfecho do Megxit. Aos olhos da maioria dos que escrevem sobre os Windsors, a Rainha é irrepreensível e o casal que se exilou mais uma vez é considerado pobre. Sua conversa inspirada na costa oeste de que o “serviço é universal” é a última entrada em uma folha de cobrança de pecados que cometeram contra uma instituição venerada.

Para os críticos de Harry e Meghan – e eles têm muitos – a equação é simples. Se milhões de dólares do Netflix e do Spotify estão despejando em suas contas bancárias, você não pode abrir festas em Chipping Sodbury; não que fosse provável que tal oportunidade algum dia tivesse estado no topo de sua lista real de coisas a fazer.

Esta análise é convincente, mas perde um elemento doloroso da triste saga. Uma família rejeitou um dos seus. A matriarca garantiu que todos os ramos de oliveira fossem cortados da árvore Megxit.

Quando Megxit foi adicionado ao nosso léxico, os Sussex estavam ingenuamente tentando ter seu bolo e comê-lo. Um ano depois, eles estavam apenas procurando algumas migalhas. Nenhum isso foi oferecido.

Como uma família – disfuncionais como tantas são – os Windsors podiam e deveriam ter deixado à porta entreaberta. Eles poderiam e deveriam ter facilitado um futuro em que o casal voltaria para Trooping the Color; Harry, que serviu a seu país, colocar uma coroa de flores no Domingo da Lembrança a cada ano; e eles continuariam a representar a Rainha em alguns eventos futuros da Commonwealth.

A realeza é excelente em inventar à medida que avançam. Quando a Rainha estava em um compromisso no ano passado e claramente não queria ser vista usando uma máscara, seus funcionários sugeriram que fossem feitos testes de Covid em todos aqueles que ela encontraria. Em vez de fazer a coisa certa – um chefe de estado liderando pelo exemplo – eles evitaram um confronto com uma mulher de 94 anos e optaram pela opção fácil.

Apesar de abandonar seu treinamento como Marinheiro Real, a instituição conseguiu encontrar um uniforme que se encaixa, então o Príncipe Eduardo pode colocar uma coroa de flores no Cenotáfio. Enquanto a família até mudou seu nome de Saxe-Coburg-Gotha para Windsor no auge do sentimento anti-alemão durante a Primeira Guerra Mundial.

A realeza mostrou que pode se adaptar e acomodar. Eles escolheram não fazer isso por alguém que é neto, filho e irmão – alguém que foi prejudicado pelos laços que o prendem. Por ordem de sua família, aos 12 anos, Harry caminhou atrás do caixão de sua mãe; algo que ele disse uma vez ‘nenhuma criança deve ser convidada a fazer’.

A conversa e a esperança agora nos círculos reais será seguir em frente e remeter Megxit para as notas de rodapé da história real. Eles não podem ver que contas futuras chegarão, eu acredito, registrar a Rainha como tendo agido mal ao responder a um neto que a adora. O espírito mesquinho sobre o magnânimo ganhou o dia. A história também refletirá sobre como as dolorosas lições infligidas à realeza após a morte de Diana foram esquecidas. ‘Mostre-nos que você se importa’ seria um lamento adequado para o Príncipe Harry.

A realeza, e aqueles que os cercam, ainda não conseguem ver o que eles descartaram. Ele estará em exibição quando a entrevista de Meghan e Harry com Oprah for transmitida. A monarquia falhou, no século 21, a não abraçar uma mulher afro-americana. Eles voltaram a ser brancos, predominantemente masculinos (apenas três dos dez primeiros na linha de sucessão são femininos) e, do jeito que as coisas estão, um pouco obsoletos.

Artigo original de Peter Hunt para The Spectator.

Um ano após deixarem a realeza sênior, o Duque e a Duquesa de Sussex estão prontos para falar sobre sua vida particular. Meghan e Harry ao longo dos últimos meses receberam inúmeros convites para falar sobre sua vida de vários veículos da imprensa, mas decidiram que uma única pessoa seria capaz de comandar essa entrevista: Oprah Winfrey.

Além de estar trabalhando com Príncipe Harry em um documentário de saúde mental para a Apple TV, sabemos que Oprah vem sendo uma colega especial para a mãe de Meghan, Doria Ragland, ao longo dos últimos anos.

A CBS anunciou que um especial para o programa 60 Minutes foi filmado e produzido pela apresentadora e os Sussexes serão as estrelas da vez. O especial será transmitido pela emissora em 7 de março.

Winfrey falará com Meghan, a Duquesa de Sussex, em uma ampla entrevista, cobrindo tudo, desde entrar na vida como um membro da realeza que trabalha, casamento, maternidade e filantropia, até como ela está lidando com a vida sob imensa pressão pública. Mais tarde, as duas se juntarão ao Príncipe Harry enquanto falam sobre sua mudança para os Estados Unidos, suas esperanças e sonhos futuros para sua família em expansão.

Esperamos que Oprah faça as perguntas certas e que Meghan não se esquive e possa dar pela primeira vez, sua versão de todos os fatos que ela foi acusada. Mais informações sobre como assistir ao especial, não deixe de nos acompanhar.

O Duque e a Duquesa de Sussex anunciaram neste domingo (14) que estão à espera de seu segundo filho. Em novembro de 2029 durante um artigo para o New York Time, Meghan revelou que sofreu um aborto espontâneo em julho, então essa gestação é do esperado bebê arco-íris, ou seja, um bebê que nasce de uma mãe que sofreu anteriormente um aborto ou que teve um filho morto prematuramente.

Meghan e Harry já são pis de Archie Mountbatten-Windsor, que completa dois anos no próximo mês de maio. A nova gestação da Duquesa foi confirmada pela assessoria do casal.

Podemos confirmar que Archie será um irmão mais velho. O Duque e a Duquesa de Sussex estão muito felizes por estarem esperando seu segundo filho.

A notícia da gravidez de Meghan veio em um dia mais que especial, principalmente para Harry. Ontem, há exatos 37 anos, Diana e Charles anunciavam sua segunda gravidez, do Príncipe Harry. A escolha da data sem dúvidas foi um aceso a Diana e a memória dela que Harry faz questão de cultivar, além de ser dia dos namorados nos EUA.

Os Sussexes divulgaram uma foto em preto e branco do casal em seu jardim em Montecito. A foto foi feita via iPad por um amigo e fotógrafo de longa data de Meghan, Misan Harriman.

 

Com a árvore da vida atrás deles e o jardim representando a fertilidade, a vida e o avanço, eles não precisaram de nenhuma direção, porque estão, e sempre estiveram, valsando pela vida juntos como almas gêmeas absolutas. Ser convidado a ajudar a compartilhar essa alegria absoluta depois de uma perda e dor de cabeça tão inimagináveis é um marcados de amizade verdadeira. Meg me lembrou que se eu não a tivesse apresentado a um amigo em comum, ela não teria conhecido Harry. Sou grato por qualquer pequeno papel que desempenhei! Disse Harriman para a Vogue Britânica

Misan é um amigo de longa data de Meghan, foi um dos convidados da cerimônia de casamento de Harry e Meghan em 2018 e foi responsável pela fotografia da edição de setembro de 2018 da Vogue Britânica vó -editada por Meghan.

Na foto, o casal estava deitado em jardim, sorrindo felizes um para o outro, enquanto Meghan descansava sua mão em sua barriga já evidente. A Duquesa vestia um vestido fluido branco da Carolina Herrera, que segundo informações, ela usou pela primeira vez percebemos usando estava grávida de Archie.

Assim como Archie, esse bebê não recebes nenhum título honorário. Será mais uma criança com uma vida privada e que aparecerá sempre que seus pais acharem correto. O bebê será o décimo bisneto da Rainha Elizabeth e do Duque de Edimburgo, o segundo neto de Doria Ragland e o quinto neto do Príncipe Charles e da Princesa Diana, ocupando atualmente o 8º lugar na linha de sucessão ao trono britânico. O baby Sussex assim como seu irmão Archie, terá cidadania americana e britânica.

Felicidades a essa pequena família. Estamos ansiosos para assistir esse novo capítulo.

Hoje foi revelado o desfecho do julgamento sumario do processo movido pela Duquesa de Sussex contra o Mail on Sunday e o Mail Online. O juiz decidiu a favor de Meghan que reivindicava direitos autorais e privacidade sob a carta enviada a seu pai em 2018.

Devido à decisão do caso, que os advogados de Meghan argumentaram ser uma violação de direitos autorais e uso indevido de informações privadas, um julgamento adicional sobre o processo foi considerado desnecessário. A BAZAAR.com confirmou que Meghan está buscando indenização dos dois meios de comunicação após a decisão a seu favor  Hoje, a decisão do Juiz Warby saiu e no documento que resume as informações do caso, o seguinte foi dito:

O Tribunal está persuadido, no entanto, de que deve haver um julgamento limitado às questões relacionadas com a propriedade dos direitos autorais. A defesa argumenta que um julgamento pode mostrar que as obras são obras de co-autoria ou que existam diversos direitos autorais com titularidade distinta. Isto se baseia nas admissões da reclamante, boatos e uma carta de advogado para sugerir que o envolvimento da equipe da equipe de comunicações do Palácio de Kensington (“os 4 do Palácio”) pode ter gerado um copyright que não pertence exclusivamente a reclamante e podem ser direitos autorais da Coroa. O Tribunal considera o caso do réu (Mail on Sunday) ocupando “a terra das sombras entre improbabilidade e irrealidade”. Isto é “Não é fácil identificar um propósito litigioso útil” em um julgamento “cujo efeito substantivo seria, na melhor das hipóteses, reduzir os remédios ”. Mas a proporcionalidade não é o critério, o caso não pode ser descrito como fantasioso, e essas questões devem avançar para um julgamento.

Disposição

14. Haverá um julgamento sumário para a reclamante sobre o uso indevido de privacidade e informações pessoais e sobre as outras questões da reivindicação de direitos autorais. Uma audiência para decidir os assuntos consequenciais neste julgamento, e as orientações para as próximas etapas foram fixadas para 2 de março de 2021.

 

Com isso, Meghan não precisará ver seu pai no julgamento, mas a parte interessante é que o juiz viu necessidade de um julgamento limitado quanto a questão de direitos autorais sobre a carta e a alegação levantada pelo Mail on Sunday de que o direito autoral não seria unicamente de Meghan, mas sim, da Coroa pelo envolvimento “dos 4 do palácio”. Isso indica que muito provavelmente veremos os ex-funcionários de Meghan – e do Kensington Palace – depondo sob juramento. E a parte que o público deve se atentar é a promessa do editor do Mail on Sunday que revelou sobre um membro sênior da família real ter conspirado contra Meghan soltabdo informações verdadeiras e falsas para as histórias. O editor disse que contaria quem foi esse Membro caso isso fosse para frente, e aí, nós também vamos confirmar suspeitas.

Atraves de um comunicado enviado para a imprensa, Meghan se mostrou feliz com o desfecho e agradeceu a todos o apoio.

Depois de 2 anos em litígio, eu estou grata pela corte ter responsabilizado a Associated Press e o The Mail on Sunday por suas ações ilegais e desumanizadoras. Essas táticas – e das suas publicações irmãs (Daily Mail, Mail Online) não são novas, na realidade, elas têm sido usadas há muito sem nenhuma consequência. Para esses tabloides é um jogo. Para mim e várias outras pessoas é a vida real, relacionamentos reais e uma tristeza muito real. O prejuízo que eles causam e continuam fazendo é enraizado. O mundo precisa de notícias verdadeiras, checadora de fatos e de qualidade. O que o Mail on Sunday e suas irmãs fazem é o contrário. Todos perdemos quando informações falsas vendem mais que as verdadeiras, quando a exploração moral vende mais que a decência e quando companhias criam negócios que se favorecem do sofrimento alheio. Mas por hoje, com essa vitória compreensiva nas duas partes – privacidade e direito autoral – todos ganhamos. Todos sabemos agora e esperançosamente, cria-se um precedente legal de que você não pode pegar a privacidade de alguém e explorar isso num caso de privacidade, como a defesa tem tentado fazer nos últimos 2 anos. Eu compartilho essa vitória com todos vocês porque todos merecemos vitória e a verdade, todos merecemos mais. Eu particularmente quero agradecer minha mãe, marido e meu time legal, especialmente Jenny Afa por seu apoio incondicional nesse processo.

O juiz também falou que “a defesa (do Mail on Sunday) ultrapassa os limites da irrealidade e improbabilidade” e que “não é fácil identificar um propósito no uso litigioso” e que os efeitos dessa defesa em julgamento “seria no máximo, para remediar a situação”. Ou seja, o caso do Mail on Sunday é fraco, mas proporcionalidade não é o critério para a lei, por isso um julgamento limitado.

A audiência para os próximos passos do processo será no dia 2 de Março, onde se decidirá se os funcionarios do Palacio possuem direitos autorais sobre a carta e isso se dá somente a indenização pedida por Meghan.

Colocando nossa opinião particular: Você é um mulher incrivelmente forte Meghan. Parabéns pela vitória!

 

Foi anunciado há semanas atrás a parceria da Archewell Foundation e a World Central Kitchen do Chef José Andrés, onde a Archewell se comprometeu a construir quatro Centros de Ajuda Comunitária em regiões desproporcionalmente afetadas pela fome. Esses centros funcionarão como cozinhas de serviço de emergência durante os momentos de alta necessidade ou desastre, e como centros de distribuição de alimentos, escolas, clínicas ou zonas seguras de reunião da comunidade durante os tempos de não desastre.

A primeira cozinha foi revelada. As instalações foram feitas na da Escola Primária Soufriere em Dominica e serão usadas para o programa de alimentação da escola e servirão como um centro de treinamento/habilidade da comunidade. A nova cozinha custou mais de cem mil dólares.

A Representante Parlamentar do Grupo Soufriere Exmo, Denise Charles afirmou que a cozinha servirá para facilitar o programa de alimentação escolar, além de servir como centro de treinamento para residentes que desejam aprender uma nova habilidade.

Decidimos que não queríamos apenas fornecer uma cozinha para a escola. Queríamos uma oportunidade de fornecer treinamento para pais solteiros ou qualquer pessoa no distrito que desejasse aprimorar suas habilidades culinárias, explicou Denise Charles.

A Ministra observou que espera continuar a parceria com a organização para estabelecer um programa de treinamento certificado.

Estou muito animada para ver a qualidade do equipamento. Sei que as pessoas que lá receberão treinamento receberão o melhor treinamento e esperamos que possamos continuar essa parceria com a World Central Kitchen para que possamos ter um programa de treinamento certificado, e também pretendemos trabalhar com o Ministério da Educação, ela adicionou.

Enquanto isso, o gerente de projeto do Resilient Dominica Project (REZDM), Sr. Simon Walsh, observou que a nova cozinha pode ser usada no caso de outro grande desastre.

A World Central Kitchen vê isso como uma cozinha que está aqui no caso de outro grande desastre. Essa cozinha vai ficar muito bem montada para cozinhar em caso de emergência, eles poderão alimentar muitas pessoas muito, muito rapidamente e isso é um aspecto sério, acrescentou Walsh.

Em declaração, Meghan e Harry disseram que:

A saúde de nossas comunidades depende de nossa capacidade de nos conectarmos com nossa humanidade compartilhada. Quando pensamos no Chef Andrés e sua incrível equipe na World Central Kitchen, somos lembrados que mesmo durante um ano de dificuldades inimagináveis, existem tantas pessoas incríveis dispostas – e trabalhando incansavelmente – para apoiarem umas às outras. World Central Kitchen nos inspira por meio da compaixão em ação.

Inicialmente serão quatro cozinhas e o esperado é que a próxima seja revelada nas próximas semanas.

Fonte: Government Information Service.

Meghan Markle e Príncipe Harry surpreenderam jovens no ultimo sábado (06) ao participar de uma chamada de zoom com jovens poetas.

Em homenagem ao Mês da História Negra, o Duque e a Duquesa de Sussex participaram de uma aula de poesia Zoom administrada pela organização sem fins lucrativos Get Lit – Words Unite. Os alunos ficaram completamente surpresos e reagiram com sorrisos largos.

Guardamos o melhor para o final! Adivinhe quem surpreendeu nossa aula de poesia neste fim de semana?! Foi o melhor fim de semana de SEMPRE! O príncipe Harry e Meghan, o Duque e a Duquesa de Sussex, foram mágicos, gentis e interessados ​​em poesia! A Duquesa até compartilhou alguns de seus versos de poesia favoritos. Somos muito gratos por sua visita em homenagem ao Mês da História Negra. É a experiência mais épica da história do Get Lit!!!

Diane Luby Lane, fundadora e diretora executiva da Get Lit, disse que a equipe dos Sussex procurou a organização para se envolver. Lane descreveu que “honestamente o momento mais chocante e emocionante de nossas vidas. As bocas dos nossos poetas caíram no chão. Depois que eles saíram, um dos poetas começou a chorar e disse: ‘Preciso de alguém para me explicar o que acabou de acontecer’”.

“O Duque e a Duquesa sabiam os nomes de cada um dos poetas e falaram sobre suas vidas, o que os surpreendeu completamente”, disse Lane.

“Eles aceitaram sugestões musicais dos Poetas e disseram que estaria em sua lista de reprodução para o jantar. Ambos ouviram profundamente cada palavra dos 3 poemas presentes”, disse ela, acrescentando que o casal também “discutiu coisas profundas como racismo e a importância de ouvir um ao outro”.

Fonte: HuffPost

Eu, Edward Verity, Editor do The Mail on Sunday, direi o seguinte:

Eu sou o Editor do The Mail on Sunday e era o Editor na época da publicação do mês de fevereiro 2019 artigos que deram origem a este processo. Antes de me tornar editor do The Mail, trabalhei para o Réu em uma variedade de funções editoriais por quase 30 anos.

Considerações editoriais sobre os artigos de 10 de fevereiro de 2019

O Mail on Sunday publica histórias regulares sobre a família real, refletindo nossos leitores interesse em assuntos reais. Todos os membros da família real desfrutam de imensa riqueza e privilégios e custou ao contribuinte britânico uma quantia significativa de dinheiro. Parece-me que existe um legítimo interesse público no comportamento dos membros da família real e sua adequação para desfrute desses enormes privilégios. Além disso, há um interesse público adequado na conduta de a família real como uma família, no que diz respeito às relações mútuas. Casamentos reais, por exemplo, são eventos nacionais importantes, assim como nascimentos reais. Houve uma quantidade enorme de interesse público no casamento do Duque de Sussex com a Requerente em maio de 2018 e em comum com muitos outros jornais, havíamos fornecido ampla cobertura do casamento e havia publicado muitas histórias sobre o próprio casal. Uma das características particulares do história do casamento foi o não comparecimento do pai da Requerente – um assunto sobre o qual eu lembrar o palácio emitiu um comunicado público. Houve muita especulação pública quanto ao razões para isso e a natureza do relacionamento da Requerente com seu pai.

No início de fevereiro de 2019, a revista People publicou um artigo sobre a Reclamante com base em informações fornecidas por cinco de seus amigos. Esse recurso estava na primeira página da revista, que foi estampada com o título “A verdade sobre Meghan”. A característica foi um retrato lisonjeiro da Requerente, dito ser baseado em informações de um círculo leal de amigos próximos”. A proximidade das relações foi destacada pela referência ao fato de que esses amigos visitaram a Requerente na Inglaterra (não está claro se separadamente ou em conjunto). o informações no artigo incluíam um relato de um “amigo de longa data” sobre eventos que levaram a o colapso da relação da Requerente com seu pai, incluindo os eventos que levaram à o casamento é seu não comparecimento ao casamento, e suas comunicações após o Casamento. Incluía uma descrição do conteúdo da carta que ela havia escrito para ele (o assunto desta reivindicação) e da carta que ele havia escrito para ela em resposta, e o reação a essa resposta.

Os artigos da revista People foram grandes eventos de notícias e foram relatados na mídia de notícias todos pelo mundo. O Réu cobriu no Mail Online, e também foi pego por muitos outros meios de comunicação nacionais. Foi uma grande notícia que a Duquesa de Sussex, um membro da família real, tinha, ao que parecia, usado amigos íntimos e confidentes para promover um altamente imagem lisonjeira de si mesma em um meio de comunicação americano, e que esses amigos deram informações de natureza bastante pessoal sobre a Requerente (e o pai da Requerente) para que saísse, incluindo informações sobre o estilo de vida e relacionamentos da Requerente. De particular significância foi a informação revelada quanto ao relacionamento do reclamante e comunicações com o pai, porque a revista People abriu pela primeira vez uma conta de eventos da perspectiva da Requerente, levando ao pai da Requerente não comparecer ao casamento e o subsequente colapso de seu relacionamento.

Após a publicação do artigo na revista People, nossa repórter Caroline baseada em Los Angeles Graham entrou em contato com o pai da Requerente (que ela já conhecia) e discutiu com ele o que havia sido publicado na revista People. Descobriu-se que ele considerou os eventos descritos no artigo Pessoas que levam ao colapso de seu relacionamento com a Requerente, incluindo sua correspondência após o casamento, foram gravemente deturpados. Um aspecto dessa declaração falsa foi que a descrição do conteúdo do carta para ele (“Pai, estou com o coração tão partido. Eu te amo. Eu tenho um pai. Por favor, pare de me vitimar através da mídia para que possamos reparar nosso relacionamento”) era falsa; a carta não procurou reparar seu relacionamento (um fato que me disseram que a Requerente agora admitiu neste alegação), e isso pode ser visto no texto da própria carta. Outro aspecto foi que o Sr.

A carta de Markle para sua filha também foi mal interpretada; ele não tinha pedido uma “oportunidade de foto” como o artigo People declarou. Os eventos que antecederam o casamento também foram descritos inteiramente do ponto de vista da Requerente e de uma forma que o Sr. Markle considerou muito injusta para com ele.

Por todas essas razões, o Sr. Markle queria que Caroline o ajudasse a esclarecer as coisas sobre o que realmente aconteceu. Para contar sua história a Caroline, ele deu a ela uma cópia da carta que a Requerente lhe enviou (“a Carta”). Ele não queria que toda a Carta fosse publicada porque ele achava que sua filha ficava horrível, mas ele queria mostrar às pessoas que eles podem ter lido na revista People era impreciso e injusto com ele. Ele também forneceu informações sobre as várias maneiras como o artigo da People e a carta da Requerente para ele, em sua opinião continha informações falsas.

Fiquei satisfeito de que havia bons motivos para publicar a história que Caroline produziu para nós. Pareceu-me claro, a partir da Carta, que seu tom e conteúdo foram deturpados pela Revista People de uma forma injusta para com Tom e parcial para com a Requerente e que portanto, distorceu a verdade sobre o que a Requerente havia escrito a seu pai. Eu li a carta como um tipo bastante legalista de “J’Accuse” – que não era como foi retratado na revista People. Portanto, parecia-me que o que Tom estava dizendo era confiável, e que ele tinha direito de corrigir o registro e era certo dar a ele a oportunidade de fazê-lo.

Também sentimos que havia outros bons motivos para relatar essa história. O artigo da People foi uma grande notícia sobre um membro proeminente da família real britânica que precisávamos cobrir devidamente. As informações que recebemos de Tom colocaram em questão a conduta do Reclamante e comportamento e, à luz de seu status real, era importante que essas questões fossem trazidas acender. Também achamos que era interessante e importante que – como parecia para nós na época e ainda o faz, apesar das negações do Reclamante – o Reclamante usou a mídia, isto é, Pessoas revista, para promover uma imagem particular, muito positiva, amorosa e cuidadosa de si mesma que ela procurado na mídia. Houve sérias questões sobre a adequação do “Meghan’s fight media back ”, como dizia o primeiro título do primeiro artigo do Mail on Sunday.

Tendo decidido publicar a história, eu estava muito claro em minha própria mente que era absolutamente vital para citar a carta do reclamante. Ficou claro que o artigo da People havia estabelecido uma descrição imprecisa do conteúdo da Carta. O resumo da mensagem da Carta conforme estabelecido no parágrafo 5 acima, era muito enganoso sobre o tom e o conteúdo da Carta. Teria sido um jornalismo muito pobre apenas para dar uma descrição mais detalhada do que estava no Carta e fazê-lo não teria estabelecido enfaticamente a imprecisão do que tinha sido publicado na revista People. Eu senti que dar aos leitores trechos impressos para eles lerem para eles próprios era uma representação muito mais justa do que tentar resumir o conteúdo para eles. Os leitores podem tomar suas próprias decisões lendo os próprios trechos. Se você resumir coisas, existe o perigo de o resumo ser parcial ou inclinado. O mais justo e de fato a única maneira eficaz de permitir que os leitores entendam exatamente o que a Requerente estava dizendo a ela meu pai deveria publicar e mostrar as palavras reais da Carta.

Além disso, se tivéssemos publicado as informações resumindo o conteúdo – ao invés de publicar trechos da carta – os leitores podem encontrar os pontos apresentados na história quanto à descrição imprecisa e injusta da Carta em Pessoas muito menos crível. Leitores são muito céticos. Eles podem ter pensado que havíamos descrito incorretamente a Carta ou mesmo que tínhamos na verdade, não vi. Você sai do seu caminho como jornalista para provar aos seus leitores que o que você está dizendo é real e verdadeiro. A razão para citar diretamente da Carta e reproduzir trechos da Carta que mostram a caligrafia da Requerente é que mostra às pessoas que essa é a verdadeira coisa. Além disso, Tom não tinha recebido a melhor imprensa até aquele momento e uma história simplesmente relatando o que ele disse sobre a Carta, sem citá-la, não teria credibilidade.

Minhas discussões com colegas sobre a história incluíram a consideração de como a própria Carta deveria ser apresentada no artigo publicado, quais bits incluir e quais bits deixar de fora. Incluímos o que acreditamos ser o mínimo necessário para estabelecer a precisão e credibilidade da nossa história. Existem partes que omitimos deliberadamente. Eles eram tangenciais ao  ponto que o pai da Requerente estava tentando fazer ao corrigir o registro e, em alguns casos, foram outras boas razões para omiti-los. Por exemplo, houve um pouco sobre a reclamante, que teria revelado informações pessoais sobre ela que nós auto censuramos. Outro exemplo foi algumas palavras que se referiam às especificações do médico de Tom questões que cortamos de uma frase. Mas nós lemos a Carta e pegamos os pedaços que nós pensamos que representam melhor seu ponto geral e tom, e também as partes que Tom nos disse serem errado. Meu vice, Tristan Davies, foi responsável por colocá-lo na página, ou seja, decidir como a história terminaria. Nosso objetivo geral era dar uma representação justa e precisa da Carta, mas sem reproduzir mais do que o necessário para alcançar precisão e justiça.

Em relação às partes da Carta que citamos, explicamos (sob cada citação) exatamente por que Tom contestou o que o Reclamante havia dito na Carta, para que os leitores entendessem as contas rivais.

Decidi que Tom deveria aprovar quanto e o que incluímos. Era uma história que ele queria contar e queríamos ter certeza de que ele estava feliz com isso. Além disso, queremos o que nós publique para estar certo. Se alguém está muito próximo de uma história, muitas vezes parece (e parecia neste caso) sensato e correto levá-los a examiná-lo antes da publicação para verificar se está tudo correto e justo. Tom aprovou os extratos que escolhemos.

Os artigos invocados pela Requerente apresentavam a mesma história geral, mas abordavam a história de diferentes ângulos. No jornal impresso, eles foram apresentados juntos em dois spreads (ou seja, mais de quatro páginas), embora no site cada parte possa ser acessada independentemente. Essa abordagem de apresentar a mesma história de maneiras diferentes é comum na prática.

Embora esta seja uma história única, certamente não é exclusiva para o Mail on Sunday e outros jornais para publicar trechos de cartas e outros documentos como parte de seus comunicando. Isso geralmente é feito por boas razões editoriais, para que os leitores possam ver o material de origem e decidir por si próprios se estão recebendo a verdade sobre uma situação particular ou relação. Isso realmente importa quando a história é de destaque ou provavelmente controversa. UMA exemplo recente no Mail on Sunday é a reprodução de material de cabogramas diplomáticos enviado pelo então embaixador britânico em Washington, Sir Kim Darroch. Publicamos uma história (exibido aqui como EV1) sobre como Sir Kim relatou a Londres em Donald Trump e sua presidência. Esta história usou extensos extratos dos próprios cabos diplomáticos, e também foi ilustrado com imagens do material. Isso transmitiu a surpreendente franqueza e termos às vezes muito coloridos em que Sir Kim informava políticos em Londres sobre o Trump Administração. Sem esse material, o leitor teria sido privado de um essencial elemento da história, que lhe emprestou verdade e plausibilidade inegáveis. Neste caso, desde o ponto de publicar certos trechos da Carta não era apenas para transmitir o que estava na Carta, mas em vez de corrigir uma descrição enganosa em um relatório anterior quanto ao seu tom e conteúdo, foi ainda mais importante que os leitores vissem trechos demonstrando que tal descrição era falso.

Informações fornecidas a mim sobre questões em disputa nestes processos

Recentemente, tive uma reunião com um membro sênior da casa real (“a fonte”). a reunião ocorreu pessoalmente há menos de três meses. Eu tinha conhecido a fonte em uma ocasião. A fonte tinha conhecimento direto dos assuntos que ele me falou sobre e quais são definidos abaixo. Não tenho absolutamente nenhuma razão para pensar que a fonte estava sendo outra coisa senão completamente verdadeiro. Eles estavam plenamente cientes das questões em disputa neste processo e como eles foram importantes para mim e para a empresa para a qual trabalho. Isso não era fofoca ou boatos: era o que eu considerava ser uma informação de alto nível de um indivíduo sério em uma posição de autoridade e responsabilidade que conhecia as implicações do que eles estavam me dizendo.

As informações que a fonte me deu incluem o seguinte:

Houve vários rascunhos da Carta (conforme definido acima).

Jason Knauf, membro da equipe de comunicações do Palácio de Kensington, trabalhou em nesses rascunhos com a Requerente.

Muitos ajustes nos rascunhos foram feitos por meios eletrônicos de comunicação.

Sara Latham, que trabalhou como profissional de comunicação para a Reclamante e seu marido, ajudou os autores de Finding Freedom desempenhando um papel que foi essencialmente verificação de fatos, para garantir que os autores não tenham entendido nada de errado.

Uma mulher chamada Keleigh da Sunshine Sachs era responsável por fazer ligações para ‘abrir portas ‘para os autores de Finding Freedom.

A fonte acredita que Omid Scobie recebeu uma cópia da carta do Requerente e que estava indo para “uma das grandes revelações” do Livro.

Que os membros da equipe real estão cientes de que têm informações sobre a verdade (das questões, neste caso) e que ‘isso está chegando’ e eles terão que contar à verdade.

 

O pai de Meghan Markle, Thomas, depôs contra sua filha no processo de violação de privacidade que a Duquesa move contra o Mail on Sunday. Abaixo, vocês lerão na integra o depoimento de Thomas.

PRIMEIRA DECLARAÇÃO DE TESTEMUNHA DE THOMAS MARKLE

Eu, Thomas Markle, direi o seguinte:

Eu sou o pai da Requerente. Estou fazendo esta declaração a pedido do Réu, que me pediu para explicar minhas razões para querer que o jornal do Réu publicasse trechos da carta de agosto de 2018 de minha filha Meg para mim.

O artigo na revista People, fevereiro de 2019

Quando li o artigo “The Truth About Meghan” na revista People, fiquei chocado com o que disseram sobre mim. Foi uma mentira total. Representou mal o tom e o conteúdo da carta que  Meg me escreveu em agosto de 2018. Rapidamente decidi que queria corrigir essa deturpação.

Pareceu que o artigo tinha sido expressamente autorizado por Meg ou ela tinha ao menos conhecimento e aprovado para sua publicação. Eu acreditava (e ainda acredito) que Meghan queria que seu relato sobre a carta fosse publicado. As fontes do artigo foram chamados de “melhores amigos” de Meg. Pareceu-me que ela deve ter usado esses amigos para passar informações para a imprensa, informações que ela queria que fossem publicadas, incluindo informações sobre a carta que ela obviamente disse a eles que havia escrito. Eu não pensei que seus amigos teriam informações sobre a carta, a menos que ela os tivesse pedido. O artigo também se refere à minha carta de volta para Meg, da qual só ela teria conhecimento.

O artigo citava um amigo de longa data de Meg falando sobre a carta. Ela foi citada como dizendo: “Depois do casamento, ela escreveu uma carta para ele. Ela disse: Pai, estou com o coração partido. eu amo você. Eu tenho um pai, por favor, pare de me vitimar por meio da mídia para que possamos reparar nosso relacionamento.” Isso sugeriu às pessoas que Meg havia me contactado com a carta, dizendo na carta que ela me amava e que ela queria consertar nosso relacionamento.

Essa sugestão era falsa. A carta não era uma tentativa de reconciliação. Foi uma crítica a mim. A carta não dizia que ela me amava. Nem perguntou como eu estava. Não mostrou preocupação com o fato de eu ter sofrido um ataque cardíaco e não ter feito perguntas sobre minha saúde. Na verdade, sinalizou o fim do nosso relacionamento, não uma reconciliação.

O artigo da revista People também deturpou minha resposta à carta. Ele disse que eu tinha respondido à carta de Meg solicitando uma oportunidade de foto: “Ele escreve a ela uma carta muito longa em troca, e ele o fecha solicitando uma oportunidade de foto com ela. E ela pensa: “É o oposto do que estou dizendo. Estou dizendo que não quero me comunicar pela mídia, e você me pedindo para me comunicar através da mídia. Você ouviu algo que eu disse?”. Isso implicava que queria uma foto por motivos de publicidade. Esse não foi o caso – com minha resposta à carta dela havia esclarecido. Eu tinha sugerido uma foto minha e da Meg juntos enquanto pensava em uma foto mostrando que se estivéssemos em um relacionamento harmonioso, a imprensa recuaria.

O artigo da People também me acusou (e minha outra filha Samantha) de “inverdades”: “Dolorosa ‘Mistruths’, a meia-irmã de Meghan, Samantha, falou criticamente sobre ela para o Reino Unido. tabloides, acusando-a de ser difícil, enquanto seu pai, Thomas, disse que ela o excluiu – afirma que seus amigos dizem que são patentemente falsas”. Foi errado a revista People dizer que eu menti sobre Meg me excluindo – ela havia me excluído, como a carta dela mostrava.

O artigo da People continha outras imprecisões sobre mim. Primeiro, sugeriu que eu era o culpado para o fim da relação já que eu a havia ignorado: “É quase como se fossem navios passando, sabe como entrar em contato com ela. Seu número de telefone não mudou. Ele nunca ligou; ele nunca mandou uma mensagem. É super doloroso, porque Meg sempre foi tão obediente. eu acho ela sempre se sentirá genuinamente arrasado com o que ele fez. E ao mesmo tempo, porque ela é uma filha, tem muita simpatia por ele”. Isso era falso. Eu tinha tentado várias vezes contatá-la depois do casamento, mas não consegui encontrar uma maneira de fazê-la falar comigo.

Em segundo lugar, um ex-colega de Meg foi citado pela revista People dizendo “Meghan foi uma rocha para todos em sua família. É uma pena que esteja sendo pintada nesta outro luz que é absolutamente falsa. Ela [cuidou de seu pai] com uma generosidade incrível. O fato de que isso poderia ser distorcido, que ela estava agindo mal ou não se importava com ele, é absurdo”. Isso era errado e injusto. Parecia que Meg sempre estava apoiando, o que não era verdade.

Minhas negociações com o Mail on Sunday 

Até ler o artigo na revista People, nunca tive a intenção de falar publicamente sobre a carta para mim. O conteúdo desse artigo fez com que eu mudasse de ideia. Foi só publicar o texto da carta para que eu pudesse esclarecer corretamente o registro e mostrar que o que a revista People publicou era falsa e injusta. O artigo deu uma imprecisão do conteúdo da carta e de minha resposta e me caluniou ao fazer de conta que eu estava sendo desonesto, explorador, em busca de publicidade, indiferente e de coração frio, deixando uma leal e filha obediente devastada. Eu tive que me defender contra aquele ataque.

Embora eu tenha sido abordado por outros jornalistas para comentar depois que o artigo na People revista foi publicada, eu decidi entrar em contato com Caroline Graham do Mail On Sunday para dizer que queria divulgar a verdade. Eu nunca pedi e nunca recebi nenhum pagamento pelo artigo.

Foi importante para mim deixar claro sobre mim e sobre o tom e o conteúdo da carta que Caroline não deveria apenas descrever o que Meg havia escrito, mas que ela deveria citar e reproduzir partes da carta. Se o público não viu a carta e leu o que dizia em suas próprias palavras, não achei que alguém fosse acreditar em mim. Naquela época, o que havia eram artigos dizendo que eu era um mentiroso, incluindo que menti sobre meu ataque cardíaco, mesmo na TV, e havia pessoas dizendo que eu não fui ao primeiro casamento de Meg quando fui. O texto da carta prova que o que foi dito na revista People sobre a carta estava errado. Ele “dissolve” o que foi dito sobre mim naquele artigo. Os leitores tinham que ver a carta por si próprios – então eles saberiam que estavam obtendo a verdade.

O Mail on Sunday respeitou meu desejo de publicar partes da carta já que era eu contando minha história e era da minha escolha dizer quais partes da carta deveriam ser publicadas para eu contar essa história. Eu, então, mostrei as partes e aprovei a publicação dessas partes. Eu poderia ter dito não se eles quisessem publicar partes da carta que eu não quisesse publicadas. A escolha era minha. Eu não queria tudo da carta sendo publicado. A razão para isso é que eu achava que a carta toda fazia Meg parecer horrível. Eu não quero atacar ou machucar ela. Eu só queria me defender contrapondo a impressão que foi dada de mim e da carta entre Meg, eu e pelo artigo da People e eu não pensei que seria necessário publicar toda a carta para fazer isso, mas era necessário publicar o que foi publicado.

 

O doador de esperma de Meghan depôs no dia 3 de dezembro de 2020 no caso Meghan vs. Mail on Sunday.

A audiência sumaria do processo de Meghan Markle contra o Mail on Sunday e Associated Press será transmitida ao vivo para o publico que se cadastrar. O juiz na ação da Duquesa de Sussex contra a Associated Newspapers sobre a publicação de cartas pessoais para seu pai em 2019, determinou que o público pode acessar a audiência virtual em uma primeira vez para a Divisão de Chancelaria dos Tribunais Reais de Justiça.

Isso significa que os argumentos que a equipe jurídica da Duquesa está apresentando; que a violação da privacidade e dos direitos autorais do jornal foi tão clara que deveria ser decidido como tal sem a necessidade de um julgamento caro pode ser ouvido sem um filtro de mídia pela primeira vez.

A Byline Investigation ouviu um especialista em direito da mídia, o professor Paul Wragg, que acredita que a medida pode ser boa para Meghan que, segundo ele, tem enfrentado reportagens “distorcidas” do caso até agora.

A Associated Newspapers, mas não apenas eles saudou todas as pequenas determinações processuais a seu favor como uma vitória épica. Consequentemente, a percepção do público é muito distorcida. Na verdade, o público poderia ser perdoado por pensar que a ANL já havia vencido.

Esta audiência é um momento decisivo na história da justiça britânica. Os procedimentos da Suprema Corte nunca foram transmitidos dessa forma antes, disse Wragg.

O acesso só será concedido a pessoas que o solicitem e forneçam seus nomes, números de celular e endereços de e-mail, e concordem em cumprir as estritas leis inglesas de Contempt of Court que proíbem qualquer gravação ou compartilhamento de imagens do processo.

Os pedidos de acesso também devem ser feitos antes do prazo de 13h horário de Brasilia, do dia de hoje. A audiência começa as 07h30 horário de Brasília na terça, 19 de janeiro.

Link para inscrição.