Quando menos esperávamos, recebemos o anuncio do nascimento da filha mais nova de Meghan e Harry. Nasceu na última sexta-feira Lilibet Diana Mountbatten-Windsor.

É com grande alegria que o Príncipe Harry e Meghan, o Duque e a Duquesa de Sussex, dão as boas-vindas a sua filha, Lilibet “Lili” Diana Mountbatten-Windsor, ao mundo. Lili nasceu na sexta-feira, 4 de junho às 11h40, sob os cuidados de confiança dos médicos e da equipe do Santa Barbara Cottage Hospital em Santa Barbara, CA.

Ela pesava 3,48kg. Tanto a mãe quanto a filha estão saudáveis ​​e bem, e se acomodando em casa.

Lili recebeu o nome de sua bisavó, Sua Majestade, a Rainha, cujo apelido dentro da família é Lilibet. Seu nome do meio, Diana, foi escolhido para homenagear sua querida avó, a Princesa de Gales.

Este é o segundo filho do casal, que também tem um filho de dois anos chamado Archie Harrison Mountbatten-Windsor. O Duque e a Duquesa agradecem por seus votos calorosos e orações enquanto desfrutam deste momento especial como uma família.

Em uma parte mais pessoal da declaração, postada no site da Archewell, Meghan e Harry agradecem pessoalmente aos bons desejos.

Em 04 de junho, fomos abençoados com a chegada de nossa filha, Lili. Ela é mais do que jamais poderíamos ter imaginado e continuamos gratos pelo amor e pelas orações que sentimos em todo o mundo. Obrigado por sua contínua gentileza e apoio durante este momento muito especial para nossa família.

Como é de praxe que o Sussex Squad se una para arrecadações de doações, eles indicaram as organizações que as doações podem ser direcionadas.

O Duque e a Duquesa estão neste momento de licença parental.

Lilibet significa “presente de Deus” e simboliza claramente o quão importante é a Lili na vida de seus pais, após toda a turbulência que eles viveram no último ano. Bem-vinda Lili, você já é muito amada!

No último dia 20 estreou na Apple TV a serie documental de saúde mental que o príncipe Harry além de ser uma das estrelas, foi um dos produtores executivos, ao lado de Oprah Winfrey e outros nomes. The Me You Can’t See é baseado em diversos relatos de lutas de saúde mental de todos os convidados, desde o momento que eles entenderam que precisavam de ajuda, até a maneira com que eles estão hoje com todos seus problemas.

Os relatos apresentados são extremamente fortes e aconselhamos a todos assistirem aos mesmos, somente se você não tiver nenhum gatilho relacionado a abuso sexual, drogas, TOC, etc. Nos concentramos somente nos relatos do Harry que envolvem a Meghan e no Archie. A serie documental mostra com fidelidade as lutas pessoais dos personagens envolvidos e vale a pena assistir.

Diga em voz alta

O relato de Harry começa com ele admitindo que nunca pensou em buscar terapia em toda sua vida e que há somente quatro anos ele se trata regularmente. O ambiente que ele estava inserido não o encorajava a fazer terapia. A perda de sua mãe (Diana, Princesa de Gales) e todos os acontecimentos após morte da mesma, despertaram nele diversos gatilhos e ansiedade. O fato de Harry nunca ter lidado particularmente com seu luto, já que toda sua dor foi exporta para o mundo todo, e viver dentro de uma instituição que não valoriza a saúde mental como tanto pregam, fez com que ele buscasse alivio em bebidas alcoólicas e drogas.

Perdi minha mãe quando tinha 12 anos, pouco antes do meu aniversário. Eu não queria viver. Compartilhar o luto da morte da minha mãe com o mundo. Para mim o que mais me lembro é o som dos cascos dos cavalos passando pelo Mall. A essa altura, nós dois (Harry e William) estávamos em choque. Era como se eu estivesse fora do meu corpo e caminhando, apenas fazendo o que era esperado de mim. Mostrando um décimo da emoção que todos os outros estavam demonstrando.

Harry narra todas suas dificuldades dentro do papel que ele precisava exercer dentro da Família Real e como ele sempre dizia sim para todos os pedidos, mesmo que ele não estivesse bem para desempenhar qualquer que fosse o papel. O Duque também relembra que seus melhores momentos naquele tempo, foram seus anos no exército, onde ele era somente o Harry e tinha uma vida normal.

Eu estava disposto a beber, estava disposto a usar drogas, estava disposto a tentar e fazer as coisas que me faziam sentir menos como estava. Mas aos poucos fui percebendo que, ok, eu estava bebendo de segunda a sexta, mas provavelmente beberia o equivalente a uma semana em uma sexta ou sábado à noite. Eu me pegava bebendo, não porque estava gostando, mas porque estava tentando mascarar alguma coisa.

O Duque de Sussex deixa em clara ênfase de que é preciso que ciclos se quebrem, que as pessoas consigam chegar até a raiz do problema e não deixar com que o sofrimento acometa mais pessoas.

Se você passou por algo, isso não significa que seus filhos ou todas as outras pessoas tenham que passar pela mesma coisa que você.

Pedindo ajuda

Harry então entra na parte da importância da rede de apoio e de como a chegada de Meghan em sua vida o fez acordar para o fato de que ele precisaria enfrentar seu passado e buscar ajuda profissional.

Mas foi conhecer e ficar com Meghan, sabia que sem fazer terapia, e me curar, eu ia perder essa mulher com quem me via passando o resto da vida.

Houve muito aprendizado no começo da nossa relação. Ela ficou chocada ao chegar aos bastidores da instituição, da família real britânica. Quando ela disse eu procurar ajuda, foi em reação à uma briga. E nessa briga, sem saber disso, voltei a ser o Harry de 12 anos.

Foi o começo de um aprendizado. Vi que vivia numa bolha dentro dessa família, dessa instituição. Estava meio preso num processo de pensando ou mentalidade. Oito dias após nossa relação se tornar pública, falaram que ela (Meghan) veio de Compton, num tom racista. E que seu DNA exótico engrossaria o sangue real. Éramos seguidos, fotografados, caçados, assediados. O som das câmeras e os flashes fizeram meu sangue ferver. Me irrita. Me leva ao que houve a minha mãe e o que vivi quando criança.

Mas chegou a um novo patamar com a mídia tradicional e as plataformas de mídia social. Eu me sentia indefeso. Pensei que a família ajudaria, mas a todo pedido, solicitação, aviso, o que fosse, só havia silêncio total, abandono total. Por quatro anos, tentamos que desse certo. Fizemos tudo que podíamos para ficar lá e continuar com o papel e o trabalho. Mas Meghan vivia poucas e boas. As pessoas viram as fofos da gente apertando as mãos ao entrar no Royal Albert Hall em Londres, pro evento de caridade. Ela estava no sexto mês de gravidez. O que as pessoas não sabem é que, mais cedo naquela noite, Meghan decidiu me contar os pensamentos suicidas e os detalhes práticos de como acabaria com sua vida. O mais assustador foi a clareza do pensamento. Ela não tinha pirado. Não estava louca. Não se automedicava, com remédios ou álcool. Ela estava totalmente sã. Porém, no silêncio da noite, tais pensamentos a despertavam. O que impedia de levar a cabo, era o fato de ser injusto comigo. Depositado que aconteceu com a minha mãe, ter de enfrentar a perda de outra mulher da minha vida com um bebê dentro dela, nosso bebê.

Tenho vergonha de como lidei com isso. Por causa do sistema em que vivíamos, das responsabilidades e dos deveres, trocamos um carinho… e tivemos de ir nós trocar, entrar em um comboio com escolta policial e ir ao Royal Albert Hall pro evento. Sai para uma muralha de câmeras e fingi que tudo estava bem. Não existia a opção de desistir. De dizer que a gente não ia. Imagine só as especulações que surgiriam. Enquanto minha esposa e eu estávamos nas cadeiras de mãos dadas, quando a luz apagou, Meghan começou a chorar. Senti pena dela e raiva de mim mesmo por estarmos presos naquilo. Sentia vergonha de ficar tão ruim e de procurar minha família. Porque, sinceramente, como muitos da minha idade diriam, sei que minha família não dará o que preciso.

E daí tive um filho, em quem eu preferia me focar unicamente em vez de, ao olhar em seus olhos, me perguntar se minha esposa terminaria como minha mãe e teria de cuidar dele sozinho. Esse foi um dos grandes motivos para partirmos. Sentir-se preso e controlado por meio do medo, pela mídia e pelo sistema em si… que nunca encorajou que se abordasse esse tipo de trauma. Mas sei que agora não serei intimidado a fazer silêncio.

Descobrindo o que funciona

Harry neste ponto da série documental faz um paralelo entre a história de sua mãe e esposa e o quanto Meghan, mesmo com pensamentos suicidas, quis poupá-lo de mais perda. Harry enfatiza mais um vez que a decisão de não trabalhar mais para a monarquia, foi uma decisão sua.

Então, quadro anos atrás, só depois de conhecer Meg…você iniciou o processo de tentar descobrir isso. Não tinha tentando antes? Não. E rapidamente decidi que, para essa relação funcionar, eu teria que lidar com meu passado. Porque havia raiva ali. E não era raiva dela, era apenas raiva. E ela reconheceu. Ela viu.

Para mim, a terapia me equipou amparava-se capaz de fazer qualquer coisa. Por isso estou aqui agora. Por isso minha esposa está aqui agora. Essa sensação de estar preso dentro da família é… não havia opção de sair. Por fim, quando tomei essa decisão por minha família, ainda disseram que eu não podia. O quão ruim tem que ficar até que eu possa fazer isso? Ela ia se matar. Não deveria ter que chegar a isso. Eu tenho algum arrependimento? Sim. Meu maior arrependimento é não ter assumido uma posição mais precoce com minha esposa ao denunciar o racismo quando o fiz. A história se repetia. Minha mãe foi perseguida até a morte enquanto tinha um relacionamento com alguém que não era branco. E agora veja o que aconteceu. Quer falar sobre a história se repetir? Não vão parar até que ela morra.

Foi um gatilho enorme…poder perder outra mulher da minha vida. A lista está crescendo. E tudo volta as mesmas pessoas, o mesmo modelo de negócios, a mesma indústria. Meu pai, quando eu era mais novo, ele dizia para William e eu: “foi assim para mim, então será assim para vocês”. Isso não faz sentido. Só porque você sofreu, não significa que seus filhos tenham que sofrer. É o contrário. Se você sofreu, faça tudo que puder para que as experiências negativas que você teve… você possa concertar para seus filhos.

Optamos em colocar nossa saúde mental em primeiro lugar. É o que estamos fazendo é o que continuaremos a fazer. Não se trata de quebrar o ciclo? Não se trata de garantir que a história não se repita?

Este sou eu 

No último episódio, Harry faz revelações de como foram os dias pré-entrevista para Oprah e como a vida dele está neste momento.

Porém, antes da entrevista com a Oprah ser transmitida, por causa de manchetes e do esforço conjunto da firma (monarquia) e da mídia para difamá-la, fui acordado no meio da noite pelo o seu (Meghan) choro sobre o seu travesseiro, porque ela não queria me acordar, pois o meu fardo já estava enorme. Isso é de partir o coração. Eu a abracei. Nós conversamos. Ela chorou muito. Sem terapia e sem dedicação, não suportaríamos isso. Em toda a oportunidade, as forças lutam contra nós e tentam nos impossibilitar. Esperava estar nessa situação tão de pressa? Não. Fizemos um bom trabalho. E não me arrependo. É incrivelmente triste, mas não me arrependo de nada. Porque agora estou como deveria estar há quatro anos.

Estou mais à vontade comigo mesmo. Não tenho mais ataques de pânico. Aprendi mais sobre mim do que nos últimos quatro anos, do que nos 32 anos anteriores. Agradeço a minha esposa por isso. Temos um menino lindo, que nos mantém ocupados, correndo. Ele nos faz sorrir todos os dias e isso é ótimo. Temos dois cachorros. E uma menininha a caminho. Não tenho dúvidas de que minha mãe estaria orgulhosa de mim. Tenho a vida que ela queria ter. Tenho a vida que ela queria que tivéssemos. Não apenas sei que ela sente orgulho de mim, como sei que ela me ajudou a chegar até aqui. Nunca senti tanto a presença dela como no último ano. Queria que conhecesse a Meghan. Queria que estivesse aqui pelo o Archie. Tenho uma foto no quarto dele, uma das primeiras palavras ditas por ele, além de ‘mamãe’ e ‘papai’ foi ‘vovó’, ‘vovó Diana’. É a coisa mais fofa. Só que me deixa triste ao mesmo tempo. Pois ela deveria estar aqui. Estou curando essa parte da minha vida. Com uma clareza de perspectiva que nunca julguei que teria. Ainda sou a mesma pessoa, apenas me tornei uma versão melhor. Sinto que era pra ser assim.

A série documental é realmente um bom debate sobre saúde mental. Vale a pena assistir e conhecer histórias de outros nomes da mídia. Vale a pena ressaltar, que se você precisar de ajuda, entre em contato com CVV – Centro de Valorização da Vida que atende voluntariamente e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, e-mail e chat 24 horas, todos os dias. Ligue 188 caso precise de ajuda. Se você conhece alguém que precisa de ajuda, não feche os olhos: essa pessoa precisa de você.

Clique na imagem para assistir ‘The Me You Can’t See’

Na noite deste sábado, aconteceu o show da Vax Live. O evento foi gravado na última semana e você pode ver mais detalhes clicando AQUI. O show fez parte de uma campanha de arrecadação de dinheiro para compra e distribuição mais ampla de vacinas de COVID-19 para todo o mundo, principalmente para países mais pobres.

Desde o momento que foram anunciados como presidentes/coordenadores da campanha, o Duque e a Duquesa vêm trabalhando nos bastidores para assegurar que a campanha seja bem sucedida. Meghan Markle em seu discurso falou sobre a importância da igualdade de acesso à vacina contra a COVID para a segurança de todos ao redor do mundo, incluindo sua menina que nascerá em breve.

No aniversário de Archie, no último dia 6, Meghan e Harry compartilharam com o mundo uma nova foto para marcar o aniversário de Archie e pedir para que as pessoas usassem aquele dia para doar para a campanha.

Ficamos profundamente emocionados nos últimos dois anos ao sentir o calor e o apoio à nossa família em homenagem ao aniversário de Archie. Muitos de vocês doam para instituições de caridade em seu nome, e marcam a ocasião retribuindo ou fazendo um ato de serviço — tudo através da bondade de seus corações. Vocês arrecadam fundos para aqueles que mais precisam, e continua a fazê-lo de forma orgânica e desinteressada. Continuamos incrivelmente gratos.

(…)

Não poderemos nos recuperar verdadeiramente até que todos, em todos os lugares, tenham acesso igual à vacina.

(…)

Para uma doação de apenas US$5, você pode cobrir o custo de uma dose para alguém necessitado. E como conseguimos garantir o suporte correspondente de várias organizações, esses US$5 que você doar se transformarão automaticamente em US$20 — cobrindo o custo de quatro doses. Cada dólar conta — não só ajudará a salvar vidas, mas também ajudará a salvar famílias e comunidades.

Não podemos pensar em uma maneira mais ressonante de honrar o aniversário do nosso filho. Se todos nós aparecermos, com compaixão por aqueles que conhecemos e não conhecemos, podemos ter um impacto profundo. Mesmo uma pequena contribuição pode ter um efeito cascata.

Juntos, podemos elevar, proteger e cuidar um do outro.

Os pedidos dos Sussexes, renderam US$535.000 doados, que serão capazes de comprar 107.000 doses de vacinas de COVID-19, anunciou o presidente da Global Citizen, Hugh Evans.

Markle manteve seu trabalho nos bastidores em alto nível. Ela entrou em contato com o setor privado, para que grandes empresas se comprometessem com a campanha. Suas ações fizeram com que a Mastercard se comprometesse em doar mais de $25 milhões para garantir o acesso equitativo de vacinas.

Não podemos deixar de comentar que o Duque e a Duquesa de Sussex enviaram uma carta aberta para os CEOs da Pfizer, Moderna, AstraZeneca, Johnson & Johnson e Novavax, para que eles garantam que todos ao redor do mundo recebem a vacina de COVID-19. Ajude assinando também.

Assista legendado todo o discurso de Meghan e continue apoiando a causa, seja com doações ou apenas compartilhando. Continuem se cuidando e evitem aglomerações.

 

 

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É de conhecimento geral que Meghan Markle é uma avisa por escrita e leitura. Um de seus empregos ao longo de sua vida foi de calígrafa e posteriormente, ela se tornou escritora de blog. Na manhã de hoje, foi anunciado que Meghan lançará no próximo dia 8 de junho seu primeiro livro, o infantil “The Bench”.

Bench em português significa “banco” e já na descrição no livro, conseguimos entender o porquê da escolha deste título:

Este é seu banco

Onde você testemunhará uma grande alegria.

Daqui você vai descansar

Veja o crescimento do nosso menino.

Este pequeno poema foi escrito por Meghan para seu marido Harry, um mês após o nascimento do filho do casal, Archie, na época da comemoração do dia dos pais no Reino Unido. O livro contava história do vínculo especial entre pai e filho, narrado pela perspectiva da mãe.

Ilustrado por Christian Robinson, o objetivo é mostrar a beleza do amor de um pai através das aquarelas de Christian. Em uma nota no site da Archewell, Meghan deixou seus pensamentos sobre essa nova faceta de sua carreira:

The Bench começou como um poema que escrevi para meu marido no Dia dos Pais, um mês após Archie nascer. Esse poema se tornou essa história. Christian em camadas de belas e etéreas ilustrações em aquarela que capturam o calor, a alegria e o conforto do relacionamento entre pais e filhos de todas as esferas da vida; essa representação foi particularmente importante para mim, e Christian e eu trabalhamos de perto para retratar esse vínculo especial através de uma lente inclusiva. Minha esperança é que The Bench ressoe com todas as famílias, não importa a maquiagem, tanto quanto com a minha.

O livro será lançando por selos importantes da estante infantil em alguns países. Aqui no Brasil, você conseguirá fazer sua compra pela Amazon, mas somente para verão e-book. Também está disponível para compra um audiobook, narrado por Markle. Clique AQUI e acesse os links de todas as plataformas possíveis para compra.

No Brasil, a venda está sendo feita pela AMAZON BRASIL. Ainda não se tem noticias sobre uma versão em português, já que na Amazon, somente a versão em ingles e e-book está disponivel para pré-venda. Com poucas horas do anúncio, “The Bench” já se tornou o segundo livro mais vendido dos EUA neste momento, se tornando um best seller. O efeito Meghan Markle nunca falha.

O domingo, 7 de março trouxe consigo um abalo para o mundo. O Duque e a Duquesa de Sussex foram entrevistados por Oprah Winfrey em um extenso programa de duas horas na emissora CBS. A entrevista foi carregada de sinceridade e revelações bombásticas.

Já no inicio da conversa, Oprah deixou bem claro que nenhuma das repostas foi combinada anteriormente e que Meghan e Harry não receberam nenhuma compensação financeira para ceder aquela entrevista. Apesar de cenas exclusivas terem sido gravadas na casa dos Sussexes em Montecito na California, o cenario do bate papo, também ocorreu na cidade californiana, mas na casa de um amigo do casal.

Como já sabíamos, o inicio da entrevista contou somente com Meghan e Oprah. A Duquesa contou sobre seu primeiro encontro com a Rainha Elizabeth II e que contou com a ajuda de Harry e de Sarah, Duquesa de York para fazer a cortesia de maneira correta para a Rainha. Meghan a todo momento teceu vários elogios a monarca e disse que seu relaciomento com a Rainha sempre foi o melhor possivel.

A Duquesa também conta que a realidade dentro de uma monarquia é totalmente diferente daquilo que pensamos e que ela não foi preparada pela insttuição em nenhum momento. O que se sabe ao longo de decadas é que as pessoas recém chegadas a firma, sempre recebem um treinamento para que tudo continue em seu rito perfeito. Mas com Markle isso não aconteceu. Provavelmente ela não recebeu este apoio pois tudo foi feito para que o casamento não acontecesse.

Falando no casamento real, Meghan revelou que ela e Harry se casaram três dias antes do casamento real mais assistindo de todos os tempos. Ela disse que ela e Harry pediram que o Arcebispo fosse até eles e os desse a benção. Com somente os três no jardim, eles tiveram seu momento de amor intimista.

Vocês podem assistir todo o casamento real legendado clicando AQUI.

Oprah segue a entrevista e toca em um assunto que assombrou a Duquesa por anos: Meghan ter feito Kate chorar. Seis meses após o casamento dos Sussexes, manchetes tomaram conta do Reino Unido, dizendo que Meghan havia feito sua cunhada, Kate Middleton, chorar devido a escolha dos vestidos das daminhas do casamento de MEGHAN. Foi neste momento que Meghan foi feita de vilã e Kate de mocinha. Meghan vilã por fazer escolhas em seu próprio casamento.

Winfrey perguntou a Markle se a história era verdadeira, e ela disse que não e que na verdade, a história foi toalmente o contrário:

Ela estava triste com algo na semana do casamento. Mas ela me mandou flores e a gente se resolveu. Ela (Kate) estava chateada com o vestido das meninas. Ela me fez chorar e machucou meus sentimentos. Não acho que seja justo entrar nos detalhes, porque ela pediu desculpas e eu perdoei.

Não tô compartilhando isso pra desprezarem a Kate, mas porque é preciso que saibam a verdade. Não precisa da polaridade, se você me ama, não precisa a odiar nem vice versa.

Precisamos abrir um parentese neste assunto. Obviamente ninguém é 100% tudo nesta vida. O grande problema apontado pelos fãs dos Sussexes ao longo dos anos é que Kate se beneficiou de toda essa narrativa e que em nenhum momento pudemos ver um aceno negativo dela ou do Palácio de que a história não era verdadeira, pelo contrário. As fontes do Palácio e os amigos proximos da Duquesa de Cambridge, sempre dizeram questão de ensosar a história, de que Meghan fez Kate chorar por discordância em prepataivos de seu proprio casamento.

Meghan disse que mesmo que tenha resolvido todo o assunto com Kate, ela ficou extremamente chateada pelo assunto ter sido vazado para a imprensa, mesmo após ter se passado meses e mesmo com todo seu esforço para preservar Kate. Markle disse que esperou que Middleton quisesse resolver a situação, mas que prefere acreditar que o Palácio a silenciou assim como aconteceu com ela. Para a Duquesa de Sussex, a mídia contribuiu muito para o assassinato de seu caráter, criando uma rivalidade inexistente com a Duquesa de Cambridge.

Em um momento chave da entrevista, Oprah Winfrey pergunta a Meghan se ela ficou em silêncio por conta própria ou foi silenciada e Markle diz que foi silenciada. A Duquesa disse que como ela sempre foi uma mulher independente e com voz, foi extremamente difícil para ela não se defender, mas que confiou que na palavra do Palácio, de que ela seria protegida. Segundo Meghan, seu maior arrependimento foi ter acreditado que eles a defenderiam e que quando ela percebeu que o Palácio defendia outros membros da família, por coisas mínimas, eles negavam defesa a ela e Harry pelas inverdades que eram ditas sobre eles.

Meghan Markle disse inúmeras vezes que os funcionários do Palacio diziam a ela que todos eles passaram por situações difíceis com a mídia, mas que ela acredita que mídia grosseira e mídia racista são coisas totalmente diferentes.

Meghan conta que os últimos 4 anos de sua vida não foram nada como pareceram. Ela disse que não podia sair. Que ela saiu duas vezes de casa, que se sentia solitária. A Duquesa enfrentou uma grande depressão durante sua gravidez. Markle se abriu com sinceridade sobre seus problemas de saúde mental. Ela contou que em dado momento pensou em tirar sua própria vida.

Ela contou com a ajuda de Harry, mas também procurou pela instituição para que ela conseguisse se internar em algum lugar, mas que o pedido foi negado pelo Palácio, mas que eles alegaram que não seria possível, pois seria ruim para a imagem da monarquia.

Então a entrevista focou em Archie, o filho mais velho de Meghan e Harry. Ela conta como foi enfrentar seus problemas de saúde mental e ainda por cima, saber que a monarquia não estava disposta a proteger seu filho.

M: Eles não queriam que o bebê fosse uma princesa/príncipe, disseram que não receberia segurança.
O: Era importante o Archie ser Príncipe?
M: Se isso significa ele ter segurança, com certeza. Mas eu não me importo com nada disso, eu peço pra me chamarem de Meghan. Quando o pai do Harry se tornar rei automaticamente o Archie se tornará príncipe. Não é direito deles (Staff do Palácio) tirar isso do Archie. Eles querem mudar a regra para o Archie, por que?

Meghan em dado momento disse que a instituição se preocupou com o quão escuro seria o tom de pele de Archie e que isso afetaria sim, a conceção de títulos a criança. Markle disse que Harry quem ouviu esse questionamento, que ela pessoalmente nunca foi questionada sobre isso, mas que foi um membro da família quem questionou seu marido sobre.

Markle não quis revelar quem foi extremante racista com um bebê que se quer havia nascido, e disse seria muito desastroso pra instituição dizer quem estava questionando o quão escuro Archie seria. Harry disse que jamais repetiria a pergunta em voz alta e nem revelaria quem fez o questionamento, mas que foi chocante o que ele ouviu.

Perguntada por Oprah se ela tinha medo das represálias do Palácio, Meghan foi enfática ao dizer que não, já que ela havia perdido muito ao decorrer do caminho.

Muito já foi perdido… Eu perdi meu pai, perdi um bebê, quase perdi meu nome. Eu não sei como eles poderiam esperar que depois de todo esse tempo nós permaneceríamos em silêncio, enquanto A Firma espalha falsas alegações contra nós.

O momento de leveza veio quando o assunto gravidez veio à tona. Harry e Meghan super animados anunciaram que estão à espera de uma menina e nascerá no verão do hemisfério norte: junho, julho ou agosto.

 

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Logo após a entrevista, o fotografo e amigo de Meghan, Misan Harriman divulgou mais uma foto da família para marcar a revelação do sexo do bebê. Nesta nova foto, Archie se junta aos pais.

Quando o assunto foi a saída do casal dos cargos de realeza sênior, Harry revelou que em nenhum momento surpreendeu a Rainha, que haviam dois anos que ele vinha tentando com a instituição um modelo de trabalho que ele e Meghan conseguissem fugir de todo o assédio da mídia. Foi revelado que eles sugeriram morar em outros países da Commonwealth para continuar representando a Rainha, ao mesmo tempo que teriam uma vida mais sossegada. Os países sugeridos foram Nova Zelândia, Canadá, Austrália, África do Sul… todas as opções foram negadas pelo Palácio. Como já suspeitávamos, Harry revelou que se o casal tivesse obtido suporte e compreensão da instituição, eles não teriam deixado os deveres reais.

A segurança do casal sempre foi uma pauta de discursão em todos mundo e a monarquia retirou a segurança deles quando a família ainda estava no Canadá, sem aviso prévio. Harry foi avisado que os seguranças iam ser removidos e ele não sabia quanto mais a quarentena ia durar. Tyler Perry ofereceu a casa nos EUA e eles se mudaram.

Na questão de segurança, eu nunca achei que a perderia pois eu sempre fui um elemento da família, então foi um choque para mim – Harry sobre a perda da segurança.

A Meghan escreveu pra a Família Real pedindo pra não tirar a segurança do Harry, ela entendia que não tinha a segurança pra ela ou o Archie, mas que ela via as ameaças de morte, as questões raciais, mas não queria que Harry perdesse sua proteção. Harry disse que seu maior medo é ver a história se repetir, onde Meghan seria tão perseguida quanto sua mãe, a princesa Diana.

Harry disse que ainda está chateado com sua família, por eles nunca terem demostrado apoio público a Meghan, principalmente nas questões raciais e que isso seria ainda mais importante para a imagem da monarquia, visto que a Commonwealth é composta majoritariamente por pessoas pretas. A entrevista ainda cita o relacionamento quase inexistente de Harry com seu pai e irmão. Diretamente, Meghan fala com um tom de rancor dessas pessoas e sempre fala “família de Harry”. A Rainha, príncipe Philip, a Duquesa de York e a princesa Eugenie foram as únicas citadas com carinho por Meghan.

A entrevista obtebe seu saldo positivo. Ficou bastante claro para o mundo a importância do debate de saúde mental. O debate do racismo também é importante. Clicando AQUI você assistirá a entrevista completa e legendada. Caso não consiga abrir o player devido ao grande número de acessos, faça uma copia do arquivo em seu drive e faça o download, visto que a entrevista contém mais de 6GB de memória.

Em nosso podcast, Fora da Realeza, demos nossa opinião sincera sobre os assuntos debatidos na entrevista e demais noticias chaves.

O Duque e a Duquesa de Sussex anunciaram neste domingo (14) que estão à espera de seu segundo filho. Em novembro de 2029 durante um artigo para o New York Time, Meghan revelou que sofreu um aborto espontâneo em julho, então essa gestação é do esperado bebê arco-íris, ou seja, um bebê que nasce de uma mãe que sofreu anteriormente um aborto ou que teve um filho morto prematuramente.

Meghan e Harry já são pis de Archie Mountbatten-Windsor, que completa dois anos no próximo mês de maio. A nova gestação da Duquesa foi confirmada pela assessoria do casal.

Podemos confirmar que Archie será um irmão mais velho. O Duque e a Duquesa de Sussex estão muito felizes por estarem esperando seu segundo filho.

A notícia da gravidez de Meghan veio em um dia mais que especial, principalmente para Harry. Ontem, há exatos 37 anos, Diana e Charles anunciavam sua segunda gravidez, do Príncipe Harry. A escolha da data sem dúvidas foi um aceso a Diana e a memória dela que Harry faz questão de cultivar, além de ser dia dos namorados nos EUA.

Os Sussexes divulgaram uma foto em preto e branco do casal em seu jardim em Montecito. A foto foi feita via iPad por um amigo e fotógrafo de longa data de Meghan, Misan Harriman.

 

Com a árvore da vida atrás deles e o jardim representando a fertilidade, a vida e o avanço, eles não precisaram de nenhuma direção, porque estão, e sempre estiveram, valsando pela vida juntos como almas gêmeas absolutas. Ser convidado a ajudar a compartilhar essa alegria absoluta depois de uma perda e dor de cabeça tão inimagináveis é um marcados de amizade verdadeira. Meg me lembrou que se eu não a tivesse apresentado a um amigo em comum, ela não teria conhecido Harry. Sou grato por qualquer pequeno papel que desempenhei! Disse Harriman para a Vogue Britânica

Misan é um amigo de longa data de Meghan, foi um dos convidados da cerimônia de casamento de Harry e Meghan em 2018 e foi responsável pela fotografia da edição de setembro de 2018 da Vogue Britânica vó -editada por Meghan.

Na foto, o casal estava deitado em jardim, sorrindo felizes um para o outro, enquanto Meghan descansava sua mão em sua barriga já evidente. A Duquesa vestia um vestido fluido branco da Carolina Herrera, que segundo informações, ela usou pela primeira vez percebemos usando estava grávida de Archie.

Assim como Archie, esse bebê não recebes nenhum título honorário. Será mais uma criança com uma vida privada e que aparecerá sempre que seus pais acharem correto. O bebê será o décimo bisneto da Rainha Elizabeth e do Duque de Edimburgo, o segundo neto de Doria Ragland e o quinto neto do Príncipe Charles e da Princesa Diana, ocupando atualmente o 8º lugar na linha de sucessão ao trono britânico. O baby Sussex assim como seu irmão Archie, terá cidadania americana e britânica.

Felicidades a essa pequena família. Estamos ansiosos para assistir esse novo capítulo.

Hoje foi revelado o desfecho do julgamento sumario do processo movido pela Duquesa de Sussex contra o Mail on Sunday e o Mail Online. O juiz decidiu a favor de Meghan que reivindicava direitos autorais e privacidade sob a carta enviada a seu pai em 2018.

Devido à decisão do caso, que os advogados de Meghan argumentaram ser uma violação de direitos autorais e uso indevido de informações privadas, um julgamento adicional sobre o processo foi considerado desnecessário. A BAZAAR.com confirmou que Meghan está buscando indenização dos dois meios de comunicação após a decisão a seu favor  Hoje, a decisão do Juiz Warby saiu e no documento que resume as informações do caso, o seguinte foi dito:

O Tribunal está persuadido, no entanto, de que deve haver um julgamento limitado às questões relacionadas com a propriedade dos direitos autorais. A defesa argumenta que um julgamento pode mostrar que as obras são obras de co-autoria ou que existam diversos direitos autorais com titularidade distinta. Isto se baseia nas admissões da reclamante, boatos e uma carta de advogado para sugerir que o envolvimento da equipe da equipe de comunicações do Palácio de Kensington (“os 4 do Palácio”) pode ter gerado um copyright que não pertence exclusivamente a reclamante e podem ser direitos autorais da Coroa. O Tribunal considera o caso do réu (Mail on Sunday) ocupando “a terra das sombras entre improbabilidade e irrealidade”. Isto é “Não é fácil identificar um propósito litigioso útil” em um julgamento “cujo efeito substantivo seria, na melhor das hipóteses, reduzir os remédios ”. Mas a proporcionalidade não é o critério, o caso não pode ser descrito como fantasioso, e essas questões devem avançar para um julgamento.

Disposição

14. Haverá um julgamento sumário para a reclamante sobre o uso indevido de privacidade e informações pessoais e sobre as outras questões da reivindicação de direitos autorais. Uma audiência para decidir os assuntos consequenciais neste julgamento, e as orientações para as próximas etapas foram fixadas para 2 de março de 2021.

 

Com isso, Meghan não precisará ver seu pai no julgamento, mas a parte interessante é que o juiz viu necessidade de um julgamento limitado quanto a questão de direitos autorais sobre a carta e a alegação levantada pelo Mail on Sunday de que o direito autoral não seria unicamente de Meghan, mas sim, da Coroa pelo envolvimento “dos 4 do palácio”. Isso indica que muito provavelmente veremos os ex-funcionários de Meghan – e do Kensington Palace – depondo sob juramento. E a parte que o público deve se atentar é a promessa do editor do Mail on Sunday que revelou sobre um membro sênior da família real ter conspirado contra Meghan soltabdo informações verdadeiras e falsas para as histórias. O editor disse que contaria quem foi esse Membro caso isso fosse para frente, e aí, nós também vamos confirmar suspeitas.

Atraves de um comunicado enviado para a imprensa, Meghan se mostrou feliz com o desfecho e agradeceu a todos o apoio.

Depois de 2 anos em litígio, eu estou grata pela corte ter responsabilizado a Associated Press e o The Mail on Sunday por suas ações ilegais e desumanizadoras. Essas táticas – e das suas publicações irmãs (Daily Mail, Mail Online) não são novas, na realidade, elas têm sido usadas há muito sem nenhuma consequência. Para esses tabloides é um jogo. Para mim e várias outras pessoas é a vida real, relacionamentos reais e uma tristeza muito real. O prejuízo que eles causam e continuam fazendo é enraizado. O mundo precisa de notícias verdadeiras, checadora de fatos e de qualidade. O que o Mail on Sunday e suas irmãs fazem é o contrário. Todos perdemos quando informações falsas vendem mais que as verdadeiras, quando a exploração moral vende mais que a decência e quando companhias criam negócios que se favorecem do sofrimento alheio. Mas por hoje, com essa vitória compreensiva nas duas partes – privacidade e direito autoral – todos ganhamos. Todos sabemos agora e esperançosamente, cria-se um precedente legal de que você não pode pegar a privacidade de alguém e explorar isso num caso de privacidade, como a defesa tem tentado fazer nos últimos 2 anos. Eu compartilho essa vitória com todos vocês porque todos merecemos vitória e a verdade, todos merecemos mais. Eu particularmente quero agradecer minha mãe, marido e meu time legal, especialmente Jenny Afa por seu apoio incondicional nesse processo.

O juiz também falou que “a defesa (do Mail on Sunday) ultrapassa os limites da irrealidade e improbabilidade” e que “não é fácil identificar um propósito no uso litigioso” e que os efeitos dessa defesa em julgamento “seria no máximo, para remediar a situação”. Ou seja, o caso do Mail on Sunday é fraco, mas proporcionalidade não é o critério para a lei, por isso um julgamento limitado.

A audiência para os próximos passos do processo será no dia 2 de Março, onde se decidirá se os funcionarios do Palacio possuem direitos autorais sobre a carta e isso se dá somente a indenização pedida por Meghan.

Colocando nossa opinião particular: Você é um mulher incrivelmente forte Meghan. Parabéns pela vitória!

 

Eu, Edward Verity, Editor do The Mail on Sunday, direi o seguinte:

Eu sou o Editor do The Mail on Sunday e era o Editor na época da publicação do mês de fevereiro 2019 artigos que deram origem a este processo. Antes de me tornar editor do The Mail, trabalhei para o Réu em uma variedade de funções editoriais por quase 30 anos.

Considerações editoriais sobre os artigos de 10 de fevereiro de 2019

O Mail on Sunday publica histórias regulares sobre a família real, refletindo nossos leitores interesse em assuntos reais. Todos os membros da família real desfrutam de imensa riqueza e privilégios e custou ao contribuinte britânico uma quantia significativa de dinheiro. Parece-me que existe um legítimo interesse público no comportamento dos membros da família real e sua adequação para desfrute desses enormes privilégios. Além disso, há um interesse público adequado na conduta de a família real como uma família, no que diz respeito às relações mútuas. Casamentos reais, por exemplo, são eventos nacionais importantes, assim como nascimentos reais. Houve uma quantidade enorme de interesse público no casamento do Duque de Sussex com a Requerente em maio de 2018 e em comum com muitos outros jornais, havíamos fornecido ampla cobertura do casamento e havia publicado muitas histórias sobre o próprio casal. Uma das características particulares do história do casamento foi o não comparecimento do pai da Requerente – um assunto sobre o qual eu lembrar o palácio emitiu um comunicado público. Houve muita especulação pública quanto ao razões para isso e a natureza do relacionamento da Requerente com seu pai.

No início de fevereiro de 2019, a revista People publicou um artigo sobre a Reclamante com base em informações fornecidas por cinco de seus amigos. Esse recurso estava na primeira página da revista, que foi estampada com o título “A verdade sobre Meghan”. A característica foi um retrato lisonjeiro da Requerente, dito ser baseado em informações de um círculo leal de amigos próximos”. A proximidade das relações foi destacada pela referência ao fato de que esses amigos visitaram a Requerente na Inglaterra (não está claro se separadamente ou em conjunto). o informações no artigo incluíam um relato de um “amigo de longa data” sobre eventos que levaram a o colapso da relação da Requerente com seu pai, incluindo os eventos que levaram à o casamento é seu não comparecimento ao casamento, e suas comunicações após o Casamento. Incluía uma descrição do conteúdo da carta que ela havia escrito para ele (o assunto desta reivindicação) e da carta que ele havia escrito para ela em resposta, e o reação a essa resposta.

Os artigos da revista People foram grandes eventos de notícias e foram relatados na mídia de notícias todos pelo mundo. O Réu cobriu no Mail Online, e também foi pego por muitos outros meios de comunicação nacionais. Foi uma grande notícia que a Duquesa de Sussex, um membro da família real, tinha, ao que parecia, usado amigos íntimos e confidentes para promover um altamente imagem lisonjeira de si mesma em um meio de comunicação americano, e que esses amigos deram informações de natureza bastante pessoal sobre a Requerente (e o pai da Requerente) para que saísse, incluindo informações sobre o estilo de vida e relacionamentos da Requerente. De particular significância foi a informação revelada quanto ao relacionamento do reclamante e comunicações com o pai, porque a revista People abriu pela primeira vez uma conta de eventos da perspectiva da Requerente, levando ao pai da Requerente não comparecer ao casamento e o subsequente colapso de seu relacionamento.

Após a publicação do artigo na revista People, nossa repórter Caroline baseada em Los Angeles Graham entrou em contato com o pai da Requerente (que ela já conhecia) e discutiu com ele o que havia sido publicado na revista People. Descobriu-se que ele considerou os eventos descritos no artigo Pessoas que levam ao colapso de seu relacionamento com a Requerente, incluindo sua correspondência após o casamento, foram gravemente deturpados. Um aspecto dessa declaração falsa foi que a descrição do conteúdo do carta para ele (“Pai, estou com o coração tão partido. Eu te amo. Eu tenho um pai. Por favor, pare de me vitimar através da mídia para que possamos reparar nosso relacionamento”) era falsa; a carta não procurou reparar seu relacionamento (um fato que me disseram que a Requerente agora admitiu neste alegação), e isso pode ser visto no texto da própria carta. Outro aspecto foi que o Sr.

A carta de Markle para sua filha também foi mal interpretada; ele não tinha pedido uma “oportunidade de foto” como o artigo People declarou. Os eventos que antecederam o casamento também foram descritos inteiramente do ponto de vista da Requerente e de uma forma que o Sr. Markle considerou muito injusta para com ele.

Por todas essas razões, o Sr. Markle queria que Caroline o ajudasse a esclarecer as coisas sobre o que realmente aconteceu. Para contar sua história a Caroline, ele deu a ela uma cópia da carta que a Requerente lhe enviou (“a Carta”). Ele não queria que toda a Carta fosse publicada porque ele achava que sua filha ficava horrível, mas ele queria mostrar às pessoas que eles podem ter lido na revista People era impreciso e injusto com ele. Ele também forneceu informações sobre as várias maneiras como o artigo da People e a carta da Requerente para ele, em sua opinião continha informações falsas.

Fiquei satisfeito de que havia bons motivos para publicar a história que Caroline produziu para nós. Pareceu-me claro, a partir da Carta, que seu tom e conteúdo foram deturpados pela Revista People de uma forma injusta para com Tom e parcial para com a Requerente e que portanto, distorceu a verdade sobre o que a Requerente havia escrito a seu pai. Eu li a carta como um tipo bastante legalista de “J’Accuse” – que não era como foi retratado na revista People. Portanto, parecia-me que o que Tom estava dizendo era confiável, e que ele tinha direito de corrigir o registro e era certo dar a ele a oportunidade de fazê-lo.

Também sentimos que havia outros bons motivos para relatar essa história. O artigo da People foi uma grande notícia sobre um membro proeminente da família real britânica que precisávamos cobrir devidamente. As informações que recebemos de Tom colocaram em questão a conduta do Reclamante e comportamento e, à luz de seu status real, era importante que essas questões fossem trazidas acender. Também achamos que era interessante e importante que – como parecia para nós na época e ainda o faz, apesar das negações do Reclamante – o Reclamante usou a mídia, isto é, Pessoas revista, para promover uma imagem particular, muito positiva, amorosa e cuidadosa de si mesma que ela procurado na mídia. Houve sérias questões sobre a adequação do “Meghan’s fight media back ”, como dizia o primeiro título do primeiro artigo do Mail on Sunday.

Tendo decidido publicar a história, eu estava muito claro em minha própria mente que era absolutamente vital para citar a carta do reclamante. Ficou claro que o artigo da People havia estabelecido uma descrição imprecisa do conteúdo da Carta. O resumo da mensagem da Carta conforme estabelecido no parágrafo 5 acima, era muito enganoso sobre o tom e o conteúdo da Carta. Teria sido um jornalismo muito pobre apenas para dar uma descrição mais detalhada do que estava no Carta e fazê-lo não teria estabelecido enfaticamente a imprecisão do que tinha sido publicado na revista People. Eu senti que dar aos leitores trechos impressos para eles lerem para eles próprios era uma representação muito mais justa do que tentar resumir o conteúdo para eles. Os leitores podem tomar suas próprias decisões lendo os próprios trechos. Se você resumir coisas, existe o perigo de o resumo ser parcial ou inclinado. O mais justo e de fato a única maneira eficaz de permitir que os leitores entendam exatamente o que a Requerente estava dizendo a ela meu pai deveria publicar e mostrar as palavras reais da Carta.

Além disso, se tivéssemos publicado as informações resumindo o conteúdo – ao invés de publicar trechos da carta – os leitores podem encontrar os pontos apresentados na história quanto à descrição imprecisa e injusta da Carta em Pessoas muito menos crível. Leitores são muito céticos. Eles podem ter pensado que havíamos descrito incorretamente a Carta ou mesmo que tínhamos na verdade, não vi. Você sai do seu caminho como jornalista para provar aos seus leitores que o que você está dizendo é real e verdadeiro. A razão para citar diretamente da Carta e reproduzir trechos da Carta que mostram a caligrafia da Requerente é que mostra às pessoas que essa é a verdadeira coisa. Além disso, Tom não tinha recebido a melhor imprensa até aquele momento e uma história simplesmente relatando o que ele disse sobre a Carta, sem citá-la, não teria credibilidade.

Minhas discussões com colegas sobre a história incluíram a consideração de como a própria Carta deveria ser apresentada no artigo publicado, quais bits incluir e quais bits deixar de fora. Incluímos o que acreditamos ser o mínimo necessário para estabelecer a precisão e credibilidade da nossa história. Existem partes que omitimos deliberadamente. Eles eram tangenciais ao  ponto que o pai da Requerente estava tentando fazer ao corrigir o registro e, em alguns casos, foram outras boas razões para omiti-los. Por exemplo, houve um pouco sobre a reclamante, que teria revelado informações pessoais sobre ela que nós auto censuramos. Outro exemplo foi algumas palavras que se referiam às especificações do médico de Tom questões que cortamos de uma frase. Mas nós lemos a Carta e pegamos os pedaços que nós pensamos que representam melhor seu ponto geral e tom, e também as partes que Tom nos disse serem errado. Meu vice, Tristan Davies, foi responsável por colocá-lo na página, ou seja, decidir como a história terminaria. Nosso objetivo geral era dar uma representação justa e precisa da Carta, mas sem reproduzir mais do que o necessário para alcançar precisão e justiça.

Em relação às partes da Carta que citamos, explicamos (sob cada citação) exatamente por que Tom contestou o que o Reclamante havia dito na Carta, para que os leitores entendessem as contas rivais.

Decidi que Tom deveria aprovar quanto e o que incluímos. Era uma história que ele queria contar e queríamos ter certeza de que ele estava feliz com isso. Além disso, queremos o que nós publique para estar certo. Se alguém está muito próximo de uma história, muitas vezes parece (e parecia neste caso) sensato e correto levá-los a examiná-lo antes da publicação para verificar se está tudo correto e justo. Tom aprovou os extratos que escolhemos.

Os artigos invocados pela Requerente apresentavam a mesma história geral, mas abordavam a história de diferentes ângulos. No jornal impresso, eles foram apresentados juntos em dois spreads (ou seja, mais de quatro páginas), embora no site cada parte possa ser acessada independentemente. Essa abordagem de apresentar a mesma história de maneiras diferentes é comum na prática.

Embora esta seja uma história única, certamente não é exclusiva para o Mail on Sunday e outros jornais para publicar trechos de cartas e outros documentos como parte de seus comunicando. Isso geralmente é feito por boas razões editoriais, para que os leitores possam ver o material de origem e decidir por si próprios se estão recebendo a verdade sobre uma situação particular ou relação. Isso realmente importa quando a história é de destaque ou provavelmente controversa. UMA exemplo recente no Mail on Sunday é a reprodução de material de cabogramas diplomáticos enviado pelo então embaixador britânico em Washington, Sir Kim Darroch. Publicamos uma história (exibido aqui como EV1) sobre como Sir Kim relatou a Londres em Donald Trump e sua presidência. Esta história usou extensos extratos dos próprios cabos diplomáticos, e também foi ilustrado com imagens do material. Isso transmitiu a surpreendente franqueza e termos às vezes muito coloridos em que Sir Kim informava políticos em Londres sobre o Trump Administração. Sem esse material, o leitor teria sido privado de um essencial elemento da história, que lhe emprestou verdade e plausibilidade inegáveis. Neste caso, desde o ponto de publicar certos trechos da Carta não era apenas para transmitir o que estava na Carta, mas em vez de corrigir uma descrição enganosa em um relatório anterior quanto ao seu tom e conteúdo, foi ainda mais importante que os leitores vissem trechos demonstrando que tal descrição era falso.

Informações fornecidas a mim sobre questões em disputa nestes processos

Recentemente, tive uma reunião com um membro sênior da casa real (“a fonte”). a reunião ocorreu pessoalmente há menos de três meses. Eu tinha conhecido a fonte em uma ocasião. A fonte tinha conhecimento direto dos assuntos que ele me falou sobre e quais são definidos abaixo. Não tenho absolutamente nenhuma razão para pensar que a fonte estava sendo outra coisa senão completamente verdadeiro. Eles estavam plenamente cientes das questões em disputa neste processo e como eles foram importantes para mim e para a empresa para a qual trabalho. Isso não era fofoca ou boatos: era o que eu considerava ser uma informação de alto nível de um indivíduo sério em uma posição de autoridade e responsabilidade que conhecia as implicações do que eles estavam me dizendo.

As informações que a fonte me deu incluem o seguinte:

Houve vários rascunhos da Carta (conforme definido acima).

Jason Knauf, membro da equipe de comunicações do Palácio de Kensington, trabalhou em nesses rascunhos com a Requerente.

Muitos ajustes nos rascunhos foram feitos por meios eletrônicos de comunicação.

Sara Latham, que trabalhou como profissional de comunicação para a Reclamante e seu marido, ajudou os autores de Finding Freedom desempenhando um papel que foi essencialmente verificação de fatos, para garantir que os autores não tenham entendido nada de errado.

Uma mulher chamada Keleigh da Sunshine Sachs era responsável por fazer ligações para ‘abrir portas ‘para os autores de Finding Freedom.

A fonte acredita que Omid Scobie recebeu uma cópia da carta do Requerente e que estava indo para “uma das grandes revelações” do Livro.

Que os membros da equipe real estão cientes de que têm informações sobre a verdade (das questões, neste caso) e que ‘isso está chegando’ e eles terão que contar à verdade.

 

O pai de Meghan Markle, Thomas, depôs contra sua filha no processo de violação de privacidade que a Duquesa move contra o Mail on Sunday. Abaixo, vocês lerão na integra o depoimento de Thomas.

PRIMEIRA DECLARAÇÃO DE TESTEMUNHA DE THOMAS MARKLE

Eu, Thomas Markle, direi o seguinte:

Eu sou o pai da Requerente. Estou fazendo esta declaração a pedido do Réu, que me pediu para explicar minhas razões para querer que o jornal do Réu publicasse trechos da carta de agosto de 2018 de minha filha Meg para mim.

O artigo na revista People, fevereiro de 2019

Quando li o artigo “The Truth About Meghan” na revista People, fiquei chocado com o que disseram sobre mim. Foi uma mentira total. Representou mal o tom e o conteúdo da carta que  Meg me escreveu em agosto de 2018. Rapidamente decidi que queria corrigir essa deturpação.

Pareceu que o artigo tinha sido expressamente autorizado por Meg ou ela tinha ao menos conhecimento e aprovado para sua publicação. Eu acreditava (e ainda acredito) que Meghan queria que seu relato sobre a carta fosse publicado. As fontes do artigo foram chamados de “melhores amigos” de Meg. Pareceu-me que ela deve ter usado esses amigos para passar informações para a imprensa, informações que ela queria que fossem publicadas, incluindo informações sobre a carta que ela obviamente disse a eles que havia escrito. Eu não pensei que seus amigos teriam informações sobre a carta, a menos que ela os tivesse pedido. O artigo também se refere à minha carta de volta para Meg, da qual só ela teria conhecimento.

O artigo citava um amigo de longa data de Meg falando sobre a carta. Ela foi citada como dizendo: “Depois do casamento, ela escreveu uma carta para ele. Ela disse: Pai, estou com o coração partido. eu amo você. Eu tenho um pai, por favor, pare de me vitimar por meio da mídia para que possamos reparar nosso relacionamento.” Isso sugeriu às pessoas que Meg havia me contactado com a carta, dizendo na carta que ela me amava e que ela queria consertar nosso relacionamento.

Essa sugestão era falsa. A carta não era uma tentativa de reconciliação. Foi uma crítica a mim. A carta não dizia que ela me amava. Nem perguntou como eu estava. Não mostrou preocupação com o fato de eu ter sofrido um ataque cardíaco e não ter feito perguntas sobre minha saúde. Na verdade, sinalizou o fim do nosso relacionamento, não uma reconciliação.

O artigo da revista People também deturpou minha resposta à carta. Ele disse que eu tinha respondido à carta de Meg solicitando uma oportunidade de foto: “Ele escreve a ela uma carta muito longa em troca, e ele o fecha solicitando uma oportunidade de foto com ela. E ela pensa: “É o oposto do que estou dizendo. Estou dizendo que não quero me comunicar pela mídia, e você me pedindo para me comunicar através da mídia. Você ouviu algo que eu disse?”. Isso implicava que queria uma foto por motivos de publicidade. Esse não foi o caso – com minha resposta à carta dela havia esclarecido. Eu tinha sugerido uma foto minha e da Meg juntos enquanto pensava em uma foto mostrando que se estivéssemos em um relacionamento harmonioso, a imprensa recuaria.

O artigo da People também me acusou (e minha outra filha Samantha) de “inverdades”: “Dolorosa ‘Mistruths’, a meia-irmã de Meghan, Samantha, falou criticamente sobre ela para o Reino Unido. tabloides, acusando-a de ser difícil, enquanto seu pai, Thomas, disse que ela o excluiu – afirma que seus amigos dizem que são patentemente falsas”. Foi errado a revista People dizer que eu menti sobre Meg me excluindo – ela havia me excluído, como a carta dela mostrava.

O artigo da People continha outras imprecisões sobre mim. Primeiro, sugeriu que eu era o culpado para o fim da relação já que eu a havia ignorado: “É quase como se fossem navios passando, sabe como entrar em contato com ela. Seu número de telefone não mudou. Ele nunca ligou; ele nunca mandou uma mensagem. É super doloroso, porque Meg sempre foi tão obediente. eu acho ela sempre se sentirá genuinamente arrasado com o que ele fez. E ao mesmo tempo, porque ela é uma filha, tem muita simpatia por ele”. Isso era falso. Eu tinha tentado várias vezes contatá-la depois do casamento, mas não consegui encontrar uma maneira de fazê-la falar comigo.

Em segundo lugar, um ex-colega de Meg foi citado pela revista People dizendo “Meghan foi uma rocha para todos em sua família. É uma pena que esteja sendo pintada nesta outro luz que é absolutamente falsa. Ela [cuidou de seu pai] com uma generosidade incrível. O fato de que isso poderia ser distorcido, que ela estava agindo mal ou não se importava com ele, é absurdo”. Isso era errado e injusto. Parecia que Meg sempre estava apoiando, o que não era verdade.

Minhas negociações com o Mail on Sunday 

Até ler o artigo na revista People, nunca tive a intenção de falar publicamente sobre a carta para mim. O conteúdo desse artigo fez com que eu mudasse de ideia. Foi só publicar o texto da carta para que eu pudesse esclarecer corretamente o registro e mostrar que o que a revista People publicou era falsa e injusta. O artigo deu uma imprecisão do conteúdo da carta e de minha resposta e me caluniou ao fazer de conta que eu estava sendo desonesto, explorador, em busca de publicidade, indiferente e de coração frio, deixando uma leal e filha obediente devastada. Eu tive que me defender contra aquele ataque.

Embora eu tenha sido abordado por outros jornalistas para comentar depois que o artigo na People revista foi publicada, eu decidi entrar em contato com Caroline Graham do Mail On Sunday para dizer que queria divulgar a verdade. Eu nunca pedi e nunca recebi nenhum pagamento pelo artigo.

Foi importante para mim deixar claro sobre mim e sobre o tom e o conteúdo da carta que Caroline não deveria apenas descrever o que Meg havia escrito, mas que ela deveria citar e reproduzir partes da carta. Se o público não viu a carta e leu o que dizia em suas próprias palavras, não achei que alguém fosse acreditar em mim. Naquela época, o que havia eram artigos dizendo que eu era um mentiroso, incluindo que menti sobre meu ataque cardíaco, mesmo na TV, e havia pessoas dizendo que eu não fui ao primeiro casamento de Meg quando fui. O texto da carta prova que o que foi dito na revista People sobre a carta estava errado. Ele “dissolve” o que foi dito sobre mim naquele artigo. Os leitores tinham que ver a carta por si próprios – então eles saberiam que estavam obtendo a verdade.

O Mail on Sunday respeitou meu desejo de publicar partes da carta já que era eu contando minha história e era da minha escolha dizer quais partes da carta deveriam ser publicadas para eu contar essa história. Eu, então, mostrei as partes e aprovei a publicação dessas partes. Eu poderia ter dito não se eles quisessem publicar partes da carta que eu não quisesse publicadas. A escolha era minha. Eu não queria tudo da carta sendo publicado. A razão para isso é que eu achava que a carta toda fazia Meg parecer horrível. Eu não quero atacar ou machucar ela. Eu só queria me defender contrapondo a impressão que foi dada de mim e da carta entre Meg, eu e pelo artigo da People e eu não pensei que seria necessário publicar toda a carta para fazer isso, mas era necessário publicar o que foi publicado.

 

O doador de esperma de Meghan depôs no dia 3 de dezembro de 2020 no caso Meghan vs. Mail on Sunday.

Hoje o Meghan Markle Brasil completa 2 anos de existência.

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Em forma de comemoração, lançamos nosso próprio podcast, onde todas as segundas-feiras iremos bater um papo sobre tudo que envolva Harry e Meghan. O “Fora da Realeza” é um programa exclusivo do Spotify e esperamos que vocês gostem. Não deixem de nos seguir no Spotify e no Instagram.

No primeiro episódio, conversamos sobre o 2020 de Harry e Meghan e das expectativas para a “revisão” imposta ao casal pela Família Real. Foi uma longa conversa onde enfim, demos nossa opinião envolvendo os Windsor.