Finalmente após o primeiro choque do anuncio do Duque e da Duquesa de Sussex sobre o passo atrás que eles estão dando ao saírem da realeza sênior, atualizações de como será a vida do casal daqui para frente foi enfim anunciadas pela Casa de Windsor. Através de um comunicado a Rainha Elizabeth II mostrou seu total apoio a decisão do casal, além de citar brevemente os problemas que levaram os Sussexes a tomar essa decisão:

Depois de meses de conversas e outras mais recentes, eu fico feliz que juntos encontramos uma solução construtiva para o futuro do meu neto e sua família.

Harry, Meghan e Archie sempre serão membros muito amados de minha família.

Eu reconheço os desafios que eles experimentaram como resultado da intensa perseguição nesses dois anos e apoio seu desejo de uma vida independente.

Gostaria de agradecer a eles por seu trabalho dedicado ao país, Commonwealth e além e eu estou particularmente orgulhosa de como a Meghan se tornou rapidamente parte da família.

É com toda a esperança da família que esperamos que o acordo de hoje permita que eles construam uma vida feliz e em paz.

É de grande importância que no comunicado da Rainha tenha uma citação sobre a perseguição que principalmente Meghan sofreu nos últimos dois anos. As palavras da monarca refletem a importância que ela dá a sua família e seus desejos e sua dedicação em manter sua família bem, independente de qualquer situação. Em seguida, o Palácio de Buckingham enviou a imprensa um novo comunicado explicando as minucias do afastamento dos Sussexes dos deveres reais e como isso afetará a vida de ambos:

O Duque e a Duquesa de Sussex são gratos a Sua Majestade e à Família Real por seu apoio contínuo enquanto embarcam no próximo capítulo de suas vidas.

Conforme acordado neste novo arranjo, eles entendem que são obrigados a voltar das funções reais, incluindo compromissos militares oficiais.

Eles não receberão mais fundos públicos para os deveres reais. Com a bênção da Rainha, os Sussexes continuarão mantendo seus patrocínios e associações particulares.
Embora não possam mais representar formalmente a Rainha, os Sussexes deixaram claro que tudo o que fizerem continuará a defender os valores de Sua Majestade.

Os Sussexes não usarão seus estilos de Sua Alteza Real, pois não são mais membros trabalhadores da Família Real.

O Duque e a Duquesa de Sussex compartilharam seu desejo de reembolsar as despesas do Sovereign Grant pela reforma do Frogmore Cottage, que continuará sendo sua casa familiar no Reino Unido.

O Palácio de Buckingham não comenta os detalhes dos arranjos de segurança. Existem processos independentes bem estabelecidos para determinar a necessidade de segurança com financiamento público.

Este novo modelo entrará em vigor na primavera de 2020.

Mesmo com esse comunicado, duvidas ainda pairaram no ar e através de um repórter real de confiança, Omid Scobie, podemos dissertar sobre os fatos.

  1. Harry e Meghan continuarão sendo Suas Altezas Reais, O Duque e a Duquesa de Sussex, mas não usarão mais o estilo. Sendo assim, eles serão: O Duque e a Duquesa de Sussex quando citados juntos e individualmente serão Harry, O Duque de Sussex e Meghan, A Duquesa de Sussex. Entende-se que a não utilização do estilo (Sua Alteza Real) será mais apropriada para o modelo de negócios que o Duque e a Duquesa seguirão a partir de agora.
  2. Mesmo com esse passo atrás e com o consentimento da Rainha, os Sussexes continuarão com seus patrocínios e instituições. Assim como continuam seus papeis de Presidente e Vice-presidente da Queen’s Commonwealth Trust, mesmo não representando a Rainha em mais nenhum compromisso oficial.
  3. Neste caminho houve perdas, Harry não é mais Embaixador da Juventude da Commonwealth e não é mais capitão geral dos fuzileiros navais reais, posição que herdou do Duque de Edimburgo. O Duque de Sussex também desistiu de todas as suas colocações militares, que são: Major do regimento The Blues and Royals, Tenente-comandante da Marinha Real e Líder de Esquadrão da Royal Air Force.
  4. Os Sussexes deixam claro que apesar de não possuírem mais o direito de representar a Rainha em compromissos oficiais, todo o trabalho realizado daqui em diante manterá os valores de Sua Majestade, a Rainha.
  5. Harry e Meghan pagarão os 2,4 milhões de libras gastos na reforma da Frogmore Cottage. Eles continuarão usando a casa quando estiveram no Reino Unido, com a autorização da Rainha e com o aluguel pago Duque e a Duquesa.
  6. O casal passará grande parte do tempo na América do Norte, ficando subentendido no Canadá, mas ainda passarão temporadas no Reino Unido, por isso a utilização da Frogmore Cottage.
  7. O Príncipe Charles continuará dando auxílio financeiro para os Sussexes. Os repórteres reais descartam o uso do dinheiro do Ducado de Cornualha (dinheiro público), acreditando que Charles dará esse auxilio financeiro com seus fundos privados e somente até Harry e Meghan se estabilizarem financeiramente.
  8. Mesmo dando esse passo atrás, os Sussexes ainda são parte da Família Real e se juntarão a mesma sempre que a Rainha fizer um convite, assim como acontece com todos os membros da família imediata que não trabalha para a casa real e a Família Real estendida.
  9. Detalhes da segurança não serão revelados pelo Palácio, mas já se entende que parte do dinheiro gasto com a segurança dos Sussexes poderá vir de financiamento público.
  10. Em breve informações sobre se continuarão com o uso do nome Sussex Royal em sua fundação de caridade serão reveladas.
  11. Esse período de transição termina em 20 de março de 2020, no inicio da primavera no Reino Unido.
  12. Até que toda a transição tenha terminado e que toda a agenda já antes acordada se encerre, o Duque e a Duquesa de Sussex permanecem no Reino Unido participando de compromissos oficiais.
  13. Todas essas medidas serão revistas pela Família Real em 2021.

Harry e Meghan tinham o desejo de continuar a representar a Rainha, mas isso é totalmente impossível devido ao passo atrás que eles decidiram dar. O não uso do estilo de Sua Alteza Real dá a eles liberdade nos negócios e a não remoção dá a ideia de que em um futuro eles voltem para apoiar tanto Charles como William em seus reinados.

Há um sentimento conturbado em todos nós em relação às decisões tomadas e particularmente acreditamos que apesar de todos os pontos acertados, a situação poderia ter sido conduzida de outra maneira, tanto do lado dos Sussexes como da Família Real.

Gostaríamos de demostrar publicamente nosso apoio à decisão de Harry e Meghan, além de seguir apoiando o trabalho que eles realizarão daqui para frente. Esperamos que todas as arestas tenham sido aparadas e que toda a Família Real tenha enfim encontrado o melhor meio de se relacionar.

Pegando todos de surpresa, o Duque e a Duquesa de Sussex anunciaram que estão se afastando do cargo de Working Royals, pois desejam alcançar sua independência financeira, mas, contudo seguem apoiando irrestritamente a Rainha, o Príncipe de Gales e o Duque de Cambridge.

Working Royal é aquele membro da realeza que realiza compromissos em nome da Rainha e de seu governo em toda a Commonwealth. Harry deixou o exercito em 2015 e desde então vem trabalhando em nome da Rainha e desde o casamento em maio de 2018, Meghan também era uma working royal.

Em novo site lançado ontem, os Sussexes comunicaram que estão se afastando das funções neste ano:

Após muitos meses de reflexão e discussões internas, optamos por fazer uma transição este ano, começando a desempenhar um novo papel progressivo dentro desta instituição. Pretendemos dar um passo atrás como membros “seniores” da Família Real e trabalhar para nos tornar financeiramente independentes, continuando a apoiar totalmente Sua Majestade a Rainha. É com seu encorajamento, principalmente nos últimos anos, que nos sentimos preparados para fazer esse ajuste. Agora, planejamos equilibrar nosso tempo entre o Reino Unido e a América do Norte, continuando a honrar nosso dever para com a Rainha, a Commonwealth e nossos patrocínios. Esse equilíbrio geográfico nos permitirá apreciar nosso filho com a tradição real em que ele nasceu além de proporcionar à nossa família o espaço para se concentrar no próximo capítulo, incluindo o lançamento de nossa nova entidade beneficente. Esperamos ansiosamente compartilhar todos os detalhes deste emocionante próximo passo no devido tempo, enquanto continuamos a colaborar com Sua Majestade, a Rainha, o Príncipe de Gales, o Duque de Cambridge e todas as partes relevantes. Até lá, aceite nossos mais profundos agradecimentos por seu apoio contínuo.
– Suas Altezas Reais, O Duque e a Duquesa de Sussex.

Navegando pelo site, conseguimos entender os motivos pelos quais eles desistiram do trabalho e ter uma pequena ideia do que irá acontecer daqui pela frente. Desde que saíram da The Royal Foundation, o duque e a duquesa de Sussex vem trabalhando para lançar sua própria entidade de caridade e noticias davam conta que a mesma seria lançada no inicio de 2020, o que foi confirmado pelo casal em seu site oficial:

Em 2020, o Duque e a Duquesa de Sussex planejam moldar sua entidade de caridade para responder a essas necessidades que exigem solução rápida. Depois de considerar cuidadosamente vários modelos de fundação e pesquisar o incrível trabalho de muitas fundações conhecidas e menos conhecidas, o Duque e a Duquesa estão trabalhando ativamente para criar algo diferente – uma entidade de caridade que não apenas ajudará a complementar esses esforços, mas também avançar as soluções que o mundo mais precisa. Eles esperam compartilhar mais com vocês no devido tempo. Suas Altezas Reais apoiam muitas causas principais, tanto em conjunto quanto de forma independente. Eles continuarão a priorizar essas causas, juntamente com os patrocínios separados que fazem parte de seu dever orgulhoso com a monarquia.

Em todo este contexto, fica claro que seus títulos não serão removidos, visto que não é preciso ser um working royal para ter estilo e título da realeza. vários questionamentos foram levantados e tentaremos esclarecer todas as perguntas, segundo as respostas que eles deixaram em seu site oficial.

 

Porque eles decidiram ser financeiramente independentes?

Suas Altezas Reais desejam obter uma renda financeira profissional, que não é possível obter devido à estrutura de trabalho que eles estão condicionados. Harry e Meghan acreditam que este novo modelo de trabalho permitirá que essa autonomia aconteça e que mesmo assim, eles continuarão cumprindo deveres em nome da Rainha Elizabeth II.  O Duque e a Duquesa decidiram que não usarão mais recursos do Sovereign Grant, mesmo que somente 5% de suas despesas sejam pagas pelo Sovereign Grant.

 

De onde vem à renda que paga as despesas do Duque e da Duquesa de Sussex e o que é o Sovereign Grant?

O Sovereign Grant é o mecanismo de financiamento anual da monarquia que cobre o trabalho da Família Real em apoio a Rainha, incluindo despesas para manter residências e espaços de trabalho oficiais. Nessa troca, a Rainha entrega as receitas do Crown Estate e, em troca, uma parte desses fundos públicos é concedida ao Soberano/Rainha para despesas oficiais da Família Real.

Sovereign Grant cobre apenas 5% dos custos do Duque e da Duquesa e a renda é usada a especificamente para as despesas do escritório oficial. E como já sabemos, eles estão oficialmente recusando essa ajuda a partir deste ano. 95% do financiamento recebido pelas despesas do Gabinete vêm da renda alocada pelo Príncipe de Gales, gerado através do Ducado da Cornualha. Charles financia os escritórios de seus filhos, desde antes do casamento de ambos, quando Harry e William passaram a apoiar a Rainha.

Para saber mais sobre o Sovereign Grant clique AQUI.

Para saber mais sobre o Ducado da Cornualha clique AQUI.

Também foi esclarecido mais uma vez como ocorreu a reforma na Frogmore Cottage, residência do Duque e da Duquesa de Sussex. Frogmore Cottage é identificado como Grade 2 no Windsor Home Park foi financiado por Sua Majestade a Rainha através do Sovereign Grant, pois é de responsabilidade do Monarca manter a manutenção dos castelos, palácios e edificios históricos. Segundo o que é escrito no site, os moveis, utensílios e assessórios de decoração da Frogmore Cottage, que é propriedade do monarca, foram pagos com dinheiro particular do Duque e da Duquesa de Sussex.

Eles também sanaram as duvidas do porque se mudaram de Nottingham Cottage, que fica nos terrenos do Palácio de Kensington. Segundo Harry e Meghan, Nottingham Cottage não podia acomodar sua família em crescimento. Foi pensada uma mudança para o Apartamento 1 no Palácio de Kesington, onde uma reforma obrigatória deveria ser feita e ela custaria £4 milhões, e isso incluía a remoção de amianto que havia/ há no Apartamento 1. A reforma ficaria pronta no quarto trimeste de 2020, ou seja, mais de um ano depois do nascimento de Archie. Assim, a Rainha ofereceu o uso da Frogmore Cottage, que naquele momento já passava por reformas obrigatórias e as mesmas se encerrariam antes do nascimento do primeiro filho do casal. A reforma da Frogmore Cottage custou 50% menos do que a reforma do Apartamento I, ou seja, £2 milhões. O casal então escolheu se mudar para Windsor.

Sobre onde será a residência oficial dos Sussexes, ele informam que com a permissão da Rainha, sua residência oficial continua sendo a Frogmore Cottage que é propriedade de Sua Majestade, a Rainha. Como eles pretendem continuar apoiando a Rainha e a monarquia, eles precisam de um lugar para chamar de lar enquanto estiverem no Reino Unido.

 

Como as viagens serão pagas? e os seguranças, eles pagarão?

Como é de conhecimento geral, as viagens privadas do casal são pagas pelos próprios, com suas rendas privadas. Eles informam que sempre utilizarão voos comerciais, trens locais e veículos de baixo consumo de combustível tanto para suas viagens pessoas, como aquelas que serão realizadas a pedido do Escritório de Relações Exteriores e da Commonwealth (FCO), exceto quando usar esses meios trazer risco para a segurança de Suas Altezas Reais.

Sobre as visitas oficiais, eles deixaram bastante claro como essas viagens acontecem. O Escritório de Relações Exteriores e da Commonwealth que “convoca” o royal, além de determinar a duração e a localização da viagem. Essas visitas são pagas pelo Sovereign Grant e quando apropriado, pelo país anfitrião. Entende-se que assim, quando for solicitado que eles façam alguma visita oficial a um país, o Sovereign Grant arcará com os custos, assim como acontece com todos os outros membros da realeza.

Sobre a segurança do casal real e de seu filho, foi dito que:

Nenhuma discriminação dos custos de segurança está disponível, pois a divulgação de tais informações pode comprometer a integridade desses acordos e afetar a segurança das pessoas protegidas. É política estabelecida há muito tempo para não comentar as medidas de proteção e seus custos relacionados para membros da Família Real ou suas residências.

Agora sobre a mídia e sua cobertura, eles foram bem enfáticos quando a como seguirão daqui para frente, quando se desligarem por completo do Sovereign Grant.

A Royal Rota foi criada há quatro décadas e é um sistema onde somente a mídia do Reino Unido tem acesso interno exclusivo aos compromissos oficiais dos membros da Família Real. Dentro desse sistema, os correspondentes reais britânicos tem a oportunidade de cobrir com exclusividade o trabalho da realeza e através deles, a mídia de todo o mundo tem acesso deste mesmo trabalho. Harry e Meghan consideram esse sistema ultrapassado, principalmente por estarmos na era digital. Fazem parte da Rota meios de comunicação com The Sun e The Daily Mail, que estão sendo processados pelo Duque e a Duquesa por diversas alegações.

A nova abordagem dos Sussexes quer envolver em seus compromissos, mídias especializadas nos assuntos abordados, jovens jornalistas promissores, creditar meios de comunicação confiáveis que darão o verdadeiro destaque ao evento e logicamente, manter seus canais de comunicação oficiais sempre atualizados.

Em seu site oficial, o Duque e a Duquesa deixaram claro o quanto se sentem incomodados com o fato dos correspondentes reais do Reino Unidos serem considerados fontes confiáveis tanto em relação ao trabalho, quando a de suas vidas pessoais, o que para eles, impulsiona a cobertura de historias falsas ao redor do mundo. Fica compreendido o quanto eles se sentem afetados pela cobertura fora do comum que suas vidas pessoais tem sofrido.

Harry e Meghan citam meios dos quais confiam como Time Magazine, National Geographic, The Daily Telegraph e British Vogue. eles acreditam que a mídia é livre mas que precisa ser justa e que eles como uma família, prezam por sua privacidade.

Em determinado momento, eles citam a barganha de fotos e informações que é feita com a Royal Rota. Eles falam que é esperado em algumas ocasiões enviem fotos inéditas para o The Rota (que são tabloides do Reino Unido) simultaneamente. Isso permite que esses veículos criem publicações e os coloque como primeira pagina de jornais/site, lucrando em cima de suas imagens, algo que Harry e Meghan não concordam e segundo eles, quando essas fotos não são liberadas, as repercussões na mídia são grandes e duram dias/semanas. O Duque e a Duquesa acreditam e gostam de compartilhar momentos pessoais com o público, mas querem fazer isso diretamente através de mídia social, sem passar pelo Royal Rota antes dos membros do público.

Após a divulgação da nota e de todos terem conhecimento do conteúdo do site, o mundo reagiu a essa repentina noticia. As coisas precisam ser claras. O casal NÃO está se separando da Família Real, eles somente querem adotar outro meio de trabalho. Harry e Meghan NÃO perderão seus títulos. Harry e Archie NÃO sairão da linha de sucessão. Os Sussexes continuarão SIM a participar dos eventos da família e apoiar a monarquia. O Palácio de Buckingham enviou um comunicado sobre o anuncio do Duque e da Duquesa que deixou a situação ainda mais estranha:

As discussões com o Duque e a Duquesa de Sussex estão em um estágio inicial. Entendemos seu desejo de adotar uma abordagem diferente, mas essas são questões complicadas que levarão tempo para serem resolvidas.

Alguns confiáveis correspondentes reais no mesmo instante dizendo que o Palácio sabia sim dos planos, tanto que no dia anterior ao anuncio, foi vazado de dentro do Palacio para o The Sun os planos de Harry e Meghan. Segundo o jornalista Omid Scobie, esses planos do casal vêm sendo discutidos com assessores do Palácio por meses e que não era uma surpresa para nenhum escritório e ninguém da família.  Segundo fontes os Sussexes não queriam que a informação tivesse chegado à imprensa e que quando houve o vazamento para o The Sun eles se sentiram encurralados:

Era um caso de agir agora ou perder o controle de algo em que haviam passado muito tempo trabalhando.

Precisa-se deixar claro que somente pessoas de confiança em todos os escritórios sabiam dos planos do Duque e da Duquesa de Sussex. Segundo um assessor do Palácio, a resposta dramática não condizia com o real entendimento da situação:

Ninguém está ‘incandescente de raiva’ e ninguém vai punir ninguém. A velocidade com a qual isso agora precisa ser tratado não é ideal, mas os planos em si não são um problema. Isso não é uma ‘crise’, é um caso de ajudar o casal a atingir seu objetivo.

O Palácio de Buckingham acredita que todos os lados chegarão em um acordo satisfatório e quem em poucos dias toda a questão será resolvida. Sabe-se que ontem a Rainha, Charles e William orientaram seus funcionários a encontrar soluções viáveis tanto com os funcionários dos Sussex como com os governos e que Harry esteve inserido em todos os passos dados. Acredita-se que hoje Meghan retornou para a cidade de Victoria no Canadá onde deixaram Archie aos cuidados de uma babá e de uma das melhores amigas de Meghan, Jessica Mulroney.

Eles estão se sentindo confiantes. Harry e Meghan estão cientes de que serão criticados, talvez até difamados, por assumir o controle de suas vidas, mas criar um futuro positivo para si e sua família sempre foi sua prioridade.

Mais detalhes serão revelados posteriormente.

 

A Duquesa de Sussex se tornou patrona da Association of Commonwealth Universities, a The ACU, em janeiro deste ano após a Rainha passar este patrocínio para a mesma e ao longo do mesmo, ela esteve trabalhando para aumentar a visibilidade da instituição, além de fazer trabalhos nos bastidores. Hoje se comemora o dia mundial do acesso ao Ensino superior e a Sua Alteza Real, a Duquesa de Sussex escreveu palavras incentivadoras sobre o dia:

Hoje, no dia mundial do Ensino Superior, podemos celebrar o papel vital que universidades e faculdades tem na sociedade e quão importante é para todas as pessoas, não importando seu gênero ou sua condição econômica, terem oportunidade de acesso ao ensino superior. O valor disso não pode ser calculado. Educação expande a mentalidade e essas mentes podem então expandir o escopo do mundo. De um nível micro até o macro, é com a educação que vemos grande mudança.

No início do ano eu conheci Simon Kiongo do Kenya que cresceu numa família que vivia na fazenda e trocava vegetais como meio de cobrir os valores de pagamentos escolares. Me cativou como um exemplo perfeito de quantos ao redor do mundo anseiam por educação e fazem o que podem pra poderem ter essa oportunidade. Agora com o apoio da ACU, ele está fazendo uma incrível pesquisa sobre câncer para o seu país, especificamente procurando por fertilizantes na comida e os links cancerígenos que tem na saúde da comunidade. Simon é educação superior em ação.

Os destaques da jornada da ACU de pertencer – vendo como universidades podem apoiar o acesso ao ensino superior para aqueles mais vulneráveis – seja refugiados ou deslocados. Adicionalmente a ACU continua a criar oportunidades para aqueles dentro da estrutura universitária – o corpo docente e os funcionários que precisam de subsídios para maximizar o impacto de seus estudos e permitir que os alunos excedam até suas próprias expectativas do que podem alcançar.

Tenho orgulho de ser patrona da ACU e de tudo o que significa, nós valorizamos esses que procuram o ensino superior e se comprometem a fazer desse mundo um lugar melhor – juntos.

Vale ressaltar que a Association of Commonwealth Universities (ACU) foi criada em 1913 e possui mais de 500 instituições membros em mais de 50 países da Commonwealth. É a mais antiga rede internacional de universidades do mundo e sua missão é promover e apoiar a excelência no ensino superior em benefício de indivíduos e sociedades em toda a comunidade e além dela. Embora seja a rede universitária mais antiga, ela representa o futuro – possui uma população combinada de 3 bilhões, principalmente com menos de 30 anos, nos países da Commonwealth.

Com base na experiência e conhecimento coletivo, a ACU procura abordar questões no ensino superior internacional por meio de uma variedade de projetos, redes e eventos. A ACU administra bolsas de estudos, fornece pesquisa acadêmica e liderança sobre questões do setor e promove a cooperação entre universidades e o compartilhamento de boas práticas, ajudando as universidades a servir suas comunidades.

Mais uma vez o Duque de Sussex precisou vir a público para pedir que o bullying que a Duquesa vem sofrendo a anos acabe de uma vez por todas. A carta é autoexplicativa e nenhuma palavra adicional da nossa equipe precisa ser acrescentada. Mais uma vez estaremos ao lado da família que amamos, fazendo tudo que possível para levar somente energias positivas para Meghan:

Declaração de Sua Alteza Real

Príncipe Harry, Duque de Sussex

01 OUTUBRO 2019

Como casal, acreditamos na liberdade de mídia e em relatórios objetivos e verdadeiros. Consideramos isso uma pedra angular da democracia e, no estado atual do mundo – em todos os níveis – nunca precisamos mais de uma mídia responsável.

Infelizmente, minha esposa se tornou uma das mais recentes vítimas de um tabloide britânico que faz campanhas contra indivíduos sem pensar nas consequências – uma campanha implacável que aumentou ao longo do ano passado, durante a gravidez e ao criar nosso filho recém-nascido.

Existe um custo humano para essa propaganda implacável, especificamente quando ela é conscientemente falsa e maliciosa, e, embora continuemos a ter uma cara corajosa – como muitos de vocês podem se identificar -, não posso começar a descrever o quão doloroso tem sido. Porque na era digital de hoje, as manufaturas da imprensa são reaproveitadas como verdade em todo o mundo. A cobertura de um dia não é mais o papel de rascunho de amanhã.

Até o momento, não conseguimos corrigir as deturpações contínuas – algo que esses meios de comunicação selecionados conheciam e, portanto, exploravam diariamente e às vezes a cada hora.

É por esse motivo que estamos adotando uma ação legal, um processo que já dura muitos meses. A cobertura positiva da semana passada dessas mesmas publicações expõe os padrões duplos deste pacote de imprensa específico que a difamava quase diariamente nos últimos nove meses; eles foram capazes de criar mentiras após mentiras às suas custas, simplesmente porque ela não era visível durante a licença de maternidade. Ela é a mesma mulher que era há um ano no dia do nosso casamento, assim como ela é a mesma mulher que você viu nesta turnê pela África.

Para essas mídias selecionadas, este é um jogo que não estamos dispostos a jogar desde o início. Sou testemunha silenciosa de seu sofrimento particular por muito tempo. Recuar e não fazer nada seria contrário a tudo em que acreditamos.

Essa ação legal específica depende de um incidente em um padrão longo e perturbador de comportamento da mídia tabloide britânica. O conteúdo de uma carta particular foi publicado ilegalmente de maneira intencionalmente destrutiva para manipular você, o leitor e promover a agenda divisória do grupo de mídia em questão. Além da publicação ilegal deste documento particular, eles propositadamente o enganaram ao omitir estrategicamente parágrafos selecionados, sentenças específicas e até palavras singulares para mascarar as mentiras que haviam perpetuado por mais de um ano.

Chega um momento em que a única coisa a fazer é enfrentar esse comportamento, porque destrói as pessoas e destrói vidas. Simplificando, é o assédio moral, que assusta e silencia as pessoas. Todos sabemos que isso não é aceitável, em nenhum nível. Não vamos e não podemos acreditar em um mundo onde não há responsabilidade por isso.

Embora essa ação possa não ser a mais segura, é a correta. Porque meu medo mais profundo é a história se repetindo. Vi o que acontece quando alguém que eu amo é comoditizado a ponto de não ser mais tratado ou visto como uma pessoa real. Perdi minha mãe e agora vejo minha esposa sendo vítima das mesmas forças poderosas.

Agradecemos ao público por seu apoio contínuo. É extremamente apreciado. Embora possa não parecer, realmente precisamos.

INFORMAÇÕES SOBRE MÍDIA

Sua Alteza Real, a Duquesa de Sussex, apresentou uma queixa contra a Associated Newspapers por uso indevido de informações privadas, violação de direitos autorais e violação da Data Protection Act 2018.

O processo na Divisão de Chancelaria do Supremo Tribunal refere-se à publicação ilegal de uma carta particular.

Um porta-voz legal da Schillings que representa a Duquesa de Sussex disse:

“Iniciamos um processo judicial contra o Mail on Sunday e sua empresa controladora Associated Newspapers, por causa da publicação intrusiva e ilegal de uma carta privada escrita pela Duquesa de Sussex, que faz parte de uma campanha desse grupo de mídia para publicar informações falsas e histórias deliberadamente depreciativas sobre ela e sobre o marido. Dada a recusa da Associated Newspapers em resolver esse problema de maneira satisfatória, instauramos um processo para corrigir essa violação de privacidade, violação de direitos autorais e a agenda de mídia mencionada anteriormente”.

O caso está sendo financiado em particular pelo Duque e pela Duquesa de Sussex. Na pendência de uma decisão do Tribunal, o produto de qualquer dano será doado a uma instituição de caridade anti-bullying.

Essa carta foi postada no site oficial do Duque e da Duquesa de Sussex. Confira a carta original clicando AQUI.

Foi no início de janeiro, em um dia frio e tempestuoso de Londres, que me sentei para tomar uma xícara de chá com o editor-chefe da revista britânica Vogue, Edward Enninful. Embora tenhamos vários amigos em comum, este foi o nosso primeiro encontro durante anos, o ímpeto para o qual eu pedia que ele apoiasse uma organização na qual eu acredito fortemente chamada Smart Works.

O que evoluiu ao longo da hora seguinte foi uma promissora reunião de dois pensadores que pensam da mesma forma, que têm muito em comum, incluindo o nosso amor pela escrita. Em cima de uma xícara fumegante de chá de hortelã, nós brincamos com como alguém pode brilhar luz em um mundo cheio de escuridão aparentemente diária. Alto? Claro. Vale a pena? Sem dúvida.

Poucas horas depois do término de nosso encontro, já estávamos trocando mensagens – filosofando sobre como comunicar essa compreensão compartilhada e a lente através da qual vemos o mundo, como girar de uma perspectiva de frustração para uma de otimismo.

Então eu fiz a pergunta. Na verdade, eu digitei e deletei a pergunta várias vezes até ter coragem para fazer a pergunta em questão.

“Edward… em vez de fazer a capa, você estaria aberto em me convidar para editar sua edição de setembro?”

(Veja bem, eu sei o quanto a edição de setembro é importante para a indústria da moda. Eu percebo o alcance e vejo a oportunidade de fazer parte do esforço da moda por algo maior, mais gentil, mais impactante. Mas também estou um pouco nervosa. Estar corajosamente pedindo ao editor-chefe, que eu acabara de conhecer, dar uma chance a mim).

Eu enviei o texto.

As reticências… o “dot dot dot” que inspira a maior prática de paciência nesta era digital.

E então apareceu a resposta de EE: “Sim! Eu adoraria que você fosse minha editora convidada.

Sentada no meu sofá em casa, dois cachorros aninhados a mim, eu celebrei silenciosamente quando as palavras apareceram na minha tela.

Dentro uma semana, Edward e eu estávamos nos reunindo regularmente – discutindo metas, ideias, que apareceriam na capa, enquanto eu estava passando por um curso intensivo de jargão editorial (“o poço”, significando o ponto crucial do livro). e acrônimos em grande quantidade (“FOB”, que eu tomei uma facada em ser “frente do livro”). Eu estava tentando me misturar, para acompanhar o ritmo desses profissionais experientes e aprender o máximo que pude o mais rápido possível.

Havia facetas que eu achava de primordial importância para incluir nesta edição – elementos que esperançosamente dariam o tom, sabendo que o sucesso da edição está em agosto, assim como os leitores se preparam para os desfiles de moda de setembro, onde o julgamento pode ficar nublado e focado em direção ao superficial. Eu havia lido um livro há muitas luas, chamado The four-chambered heart [O coração de quatro câmaras], de Anaïs Nin, que tinha uma citação que sempre ressoou comigo: “Eu devo ser uma sereia, Rango. Eu não tenho medo de profundidades e de um grande medo de viver superficialmente. ”Para essa questão, imaginei, por que nadaríamos na parte rasa da piscina quando pudéssemos ir para o fundo do poço? Uma metáfora para a vida, assim como para esta questão. Vamos ser mais corajosos. Vamos um pouco mais fundo.

É isso que Edward e eu pretendemos alcançar. Uma questão de substância e leveza. Afinal, é a edição de setembro da Vogue britânica e uma oportunidade para diversificar ainda mais o que isso normalmente representa. Ao longo dessas páginas, você encontrará designers da Commonwealth, marcas éticas e sustentáveis, além de recursos com designers, não sobre roupas, mas sobre herança, história e herança. Você também encontrará uma seção de beleza que coloca sua energia na beleza interna, celebrando o poder da respiração e da meditação, e um treino favorito que estimula você a usar seu coração tanto quanto seu núcleo.

Ao virar as páginas, você encontrará rostos e nomes familiares que espero que conheçam um pouco melhor, um pouco mais profundamente. E há nomes menos familiares que você pode querer conhecer, como as mulheres da Luminary Bakery e Tessa Clarke, co-fundadora do aplicativo de compartilhamento de alimentos Olio, com quem eu me encontrei discretamente no ano passado.

Há leituras inspiradoras de Brené Brown e Jameela Jamil. Você também encontrará uma parte muito especial com a Dra. Jane Goodall, entrevistada pelo meu marido, e uma conversa sincera e sincera entre eu e a extraordinária Michelle Obama.

Mas acima de tudo, essa questão é sobre o poder do coletivo. Ao identificar nossas forças pessoais, ela está ancorada no conhecimento de que somos ainda mais fortes juntos. Você encontrará esse espírito de inclusão na capa: retrato diverso de mulheres de diferentes idades, cores, credos, nacionalidade e experiência de vida, e de inspiração inquestionável. Alguns, tive o prazer de me encontrar e me alistar pessoalmente para essa questão, outros que admirei de longe por seu compromisso com uma causa, sua falta de medo em romper barreiras ou o que eles representam simplesmente por ser. Estas são nossas forças para a mudança. E entre todas essas mulheres fortes na capa, um espelho – um espaço para você, leitor, se ver. Porque você também faz parte desse coletivo.

Há uma ressalva para você lembrar: esta é uma revista. Ainda é um negócio, afinal. Compartilho isso para gerenciar as expectativas para você: haverá seções de publicidade que são necessárias para todos os problemas, por isso, embora eu tenha certeza de que você vai sentir minha impressão digital na maioria das páginas, saiba que há elementos que acabam vindo com o espaço. O sentimento geral que espero que você encontre, no entanto, será de positividade, gentileza, humor e inclusão.

Eu estava grávida de cinco meses quando esse processo começou, e quando você tiver esse problema em suas mãos, meu marido e eu estaremos segurando nosso bebê de 03 meses no nosso. É um momento muito especial para mim, pessoalmente, em muitos níveis; Trabalhar com Edward e sua equipe, tanto durante minha gravidez quanto em minha licença maternidade, não desempenhou um papel pequeno nessa alegria – foi um privilégio ser bem-vindo e apoiado por essa incrível equipe. Para Edward, obrigado por me confiar isso. Estou profundamente honrado. Para as mulheres que deram minhas aspirações para este assunto e as trouxeram à vida fazendo parte desta cápsula do tempo, tanto na capa como no livro, sou muito grato; vocês são inspirações para mim e eu estou honrada com o seu apoio.

E para você, leitor, obrigado – e espero que goste…

Assista ao vídeo legendado da edição de setembro 2019 da Vogue britânica:


 

Foi divulgado o balanço anual da Mayhew (2018), instituição que tem a Duquesa de Sussex como patrona. O prefacio do informativo foi escrito pela Duquesa de Sussex:

Como proprietária orgulhosa de um cão de resgate, sei por experiência própria a alegria que adotar um animal em sua casa pode trazer. O papel que nós, como pessoas, desempenhamos no resgate e alojamento desses animais é vital, mas o papel de organizações como o que inicialmente me impressionou em relação a Mayhew é especificamente a abordagem baseada na comunidade, não apenas em animais, mas também nos cuidados preventivos que inibem esses cães e gatos de se estabelecerem em abrigos. A comunidade trabalha em um nível micro com idosos, desabrigados e vulneráveis, eles buscam ativamente soluções que permitam que as pessoas fiquem com seus animais e tenham o apoio necessário para isso.

A escolha de adotar um animal de estimação é uma grande decisão que vem com muita responsabilidade, mas retorno infinito sobre o investimento. Isso sem dúvida mudará sua vida. Como Patrona do Mayhew, eu encorajo-o a se envolver da maneira que puder – seja através da adoção de animais, do voluntariado, doação, ou espalhando a palavra. Estamos todos interligados e através destes animais, encontramos uma ligação ainda maior com a comunidade e a parte que podemos desempenhar.

Tenho orgulho de apoiar Mayhew e trabalhar junto com eles enquanto eles continuam a melhorando a vidas de animais e pessoas, para criar comunidades mais solidárias e compassivas, tanto em Londres quanto internacionalmente.

Veja o informativo completo clicando AQUI.

Ao lado de Harry, Catherine e William, Meghan lançou um serviço de mensagens de texto em prol da saúde mental: Shout. O Shout faz parte de do Heads Together que vincula usuários a mais de 1000 voluntários para conversar sobre coisas que os afligem e trabalhar em busca de soluções.

Em uma declaração conjunta o Fab Four disse:

Estamos incrivelmente empolgados por lançar este serviço, sabendo que ele tem o potencial de atingir milhares de pessoas vulneráveis ​​todos os dias. Nos últimos meses, o Shout começou a trabalhar silenciosamente nos bastidores. Todos pudemos ver o serviço trabalhando de perto e estamos muito animados com o futuro. No centro deste serviço estará uma incrível comunidade nacional de voluntários, que precisa crescer para nos permitir apoiar mais pessoas em crise. Esperamos que muitos mais de vocês se juntem a nós e façam parte de algo muito especial.

Foi lançado um vídeo onde o Príncipe William falava mais sobre o projeto. Uma de suas falas foi:

Harry, Meghan, Catherine e eu pudemos ver o serviço trabalhando de perto e estamos muito animados para o futuro.

O Shout já conta com 1000 voluntários, mas a organização espera que esse número aumente para 4000 até o fim deste ano. O Shout já está disponivel para pessoas com crise por 7 dias da semana, 24 horas por dia.

Caso você queira saber mais sobre o projeto ou se candidatar como voluntário, clique AQUI. Você também pode conhecer os demais projetos da Royal Foundation clicando AQUI.

 

A Associação de Universidades da Commonwealth acredita que as universidades fazem uma contribuição crítica para o desenvolvimento sustentável em toda a Commonwealth e além. Hoje, 15 de março, foi lançado o projeto “The road to 2030”, que trabalhará com seus membros e parceiros para construir um mundo melhor por meio do ensino superior. A Duquesa de Sussex como Patrona da ACU escreveu uma carta que foi divulgada pelos mesmos, apoiando o projeto e ressaltando a importância do mesmo:

Como Patrona da Associação de Universidades da Commonwealth (ACU), tenho orgulho incrível de apoiar uma rede de universidades alinhadas com o objetivo comum de capacitar os estudantes em todo o mundo a maximizar seu potencial através do acesso ao ensino superior. A experiência de frequentar a universidade permite que os estudantes se formem no mundo com habilidades sociais e proezas intelectuais que os estabelecerão para um maior sucesso; isso acontece não simplesmente em um nível micro em suas próprias vidas, mas em um nível macro.  As escolhas que eles fazem e os desafios que se esforçam por superar criam um impacto global profundo e significativo. É importante notar que para muitos jovens em torno dos 53 países da Commonwealth, a oportunidade de atingir seu pleno potencial através da educação pode simplesmente parecer fora de alcance. Se é um custo proibitivo ou que o estigma cultural em sua comunidade específica restringe sua capacidade de comparecer em virtude de seu gênero, raça ou credo – a ACU procura romper essas fronteiras e possibilitar a todas as mentes curiosas a oportunidade de estimular seus apetites por o valor experiencial do ensino superior. Em muitos territórios do mundo, a educação universitária é a chave para acabar com a pobreza capacitando os estudantes a gerar renda para suas famílias e comunidades mais amplas, bem como garantindo seus próprios futuros. Desempenha-se a um papel crítico em fazer isso acontecer; essa estimada rede ajuda universidades e estudantes a abrir portas que de outra forma foram fechadas, e ao fazê-lo para abrir mentes também, eu me inspiro nos estudantes de hoje, em sua visão e ambição por mudanças positivas, e em sua compreensão dos poderosos papeis que o ensino superior pode desempenhar para criar um futuro melhor. Os jovens da Commonwealth são um trunfo incrível, e é vital que nós invistamos neles.

HRH A Duquesa de Sussex

Patrona da Associação de Universidades da Commonwealth

 

Saiba mais do projeto clicando AQUI.

Ataques a tiros simultâneos marcaram esta sexta-feira 15/03 a cidade de Christchurch, na ilha sul da Nova Zelândia. Foram 49 mortos e 48 feridos no ataque que aconteceu em duas mesquitas da cidade. Enviamos nossas condolências e solidariedade para as famílias e amigos das vitimas desse terrível ataque. Sendo a Nova Zelândia, um dos países que fazem parte da Commonwealth, a Família Real Britânica enviou mensagens de solidariedade para a cidade e todos os atingidos pela barbárie. O Duque e a Duquesa de Sussex enviaram uma mensagem juntamente com o Duque e a Duquesa de Cambrigde para o povo da Nova Zelândia:

Nossos corações vão para as famílias e amigos das pessoas que perderam suas vidas no devastador ataque em Christchurch.

Todos nós tivemos a sorte de passar um tempo em Christchurch e sentimos o espírito caloroso, aberto e generoso que é essencial para o seu povo notável.

Nenhuma pessoa deve ter medo de frequentar um local de culto sagrado.

Este ataque sem sentido é uma afronta às pessoas de Christchurch e da Nova Zelândia, e à comunidade muçulmana mais ampla. É um ataque horrível a um estilo de vida que incorpora decência, comunidade e amizade.

Sabemos que dessa devastação e profundo luto, o povo da Nova Zelândia se unirá para mostrar que tal mal nunca pode derrotar a compaixão e a tolerância.

Enviamos nossos pensamentos e orações para todos na Nova Zelândia hoje.

Permaneça Forte.

 

Leia em: https://www.royal.uk/message-people-new-zealand-duke-and-duchess-cambridge-and-duke-and-duchess-sussex