A mais recente parceria comercial do casal real envolve investimentos sustentáveis.

O príncipe Harry e Meghan, a duquesa de Sussex, estão entrando no negócio de investimentos. Eles estão se juntando à Ethic, uma gestora de ativos da fintech no espaço ambiental, social e de governança de rápido crescimento, como “parceiros de impacto” e investidores. A Ethic tem US$ 1,3 bilhão sob gestão e cria contas administradas separadamente para investir em temas de responsabilidade social.

O casal poderá atrair mais atenção para o investimento sustentável. Harry e Meghan podem fazer com que o ESG invista parte da cultura pop de uma forma que, digamos, Larry Fink do BlackRock não pode.

Do mundo de onde venho, você não fala em investimento, certo? Meghan disse ao DealBook em uma entrevista conjunta com Harry. Você não tem o luxo de investir. Parece tão sofisticado. Meu marido vem me dizendo há anos: ‘Puxa, você não gostaria que houvesse um lugar onde, se os seus valores foram alinhados como este, você pode colocar o seu dinheiro para esse mesmo tipo de coisa?’, Disse Meghan. Eles foram apresentados à Ética por amigos, disse ela.

Harry e Meghan disseram que esperavam que seu envolvimento ajudasse a democratizar os investimentos, tornando as pessoas – especialmente os mais jovens – mais deliberadas em suas escolhas e conscientes de investir em empresas sustentáveis.

Você já tem a geração mais jovem votando com seus dólares e libras, sabe, em todo o mundo quando se trata de marcas que selecionam e escolhem, disse Harry, sugerindo que era uma extensão natural fazer o mesmo com investimentos.

A Ethic foi fundada em 2015 e triplicou os ativos sob gestão no ano passado, disse Doug Scott, fundador da empresa, ao DealBook. A Ethic faz triagens em empresas e setores com base em critérios de responsabilidade social, incluindo justiça racial, clima e questões trabalhistas. Sua interface de usuário tem mais em comum com sites como Robinhood do que sites financeiros tradicionais, e desenvolveu uma nova plataforma, “Sustentabilidade para Todos”, que pontua o portfólio de uma pessoa em diferentes dimensões.

A mudança é a mais recente parceria corporativa do casal desde que se mudou para os EUA. Harry e Meghan se mudaram para Los Angeles no ano passado e mais tarde desistiram dos deveres oficiais da família real. Buscando independência financeira, eles assinaram acordos de produção com a Netflix e o Spotify . Harry também produziu recentemente uma série de documentários sobre saúde mental para a Apple TV+ em conexão com Oprah Winfrey e está escrevendo um livro de memórias.

Fonte: The New York Times 

Com a necessidade de mantê-los sempre informados sobre o trabalho da Duquesa de Sussex, o Meghan Markle Brasil está com vagas abertas para diversos cargos.

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Há dois meses Meghan, a Duquesa de Sussex lançava seu primeiro livro infantil, intitulado The Bench. Antes mesmo de seu lançamento oficial, The Bench já havia se tornando o livro mais vendido na categoria afro-americano infantil e juvenil, levando Meghan ao primeiro lugar na lista de best seller.

Embora este poema tenha começado como uma carta de amor ao meu marido e filho, sou encorajada a ver que temas universais de amor, representação e inclusão estão ressoando com as comunidades em todos os lugares. De muitas maneiras, perseguir um mundo mais compassivo e equitativo começa com esses valores fundamentais. Da mesma forma, retratar outro lado da masculinidade — um baseado em conexão, emoção e suavidade — é modelar um mundo que muitos gostariam de ver para seus filhos e filhas. Obrigada por me apoiar neste projeto especial.

No dia de seu lançamento, a Archewell Foundation anunciou que com o apoio da editora Firts Book, responsável pela publicação do livro, 2.000 cópias do livro seriam distribuidas sem nenhum custo para bibliotecas, centros comunitários, escolas e programas sem fins lucrativos em todo os EUA. As ilustrações de The Bench são de Christian Robinson, um premiado ilustrador preto escolhido a dedo por Markle e que segundo ela mesma:

A representação foi particularmente importante para mim. E Christian e eu trabalhamos de perto para retratar esse vínculo especial através de uma lente inclusiva.

Meghan e Christian concederam uma única entrevista para a divulgação de The Bench. Samantha Balaban do NPR Weekend, uma emissora de rádio, foi a responsável por conduzir uma rápida conversa com a autora e o ilustrador de The Bench, que em uma conversa divertida e animada sobre todo o processo de criação do livro.

Seria extremamente satisfatório passar horas e horas escrevendo sobre todo o sucesso de The Bench, mesmo que você já conheça esses números. Mas não podemos deixar de pontuar como a mídia britânica consegue ser imoral em momentos tão felizes como estes. Todos experts racistas sobre realeza britânica ficaram por dias analisando paginas de um livro infantil, assim como uma entrevista de rádio, buscando em sua maior loucura, traços de narcisismo da autora, plagio e provocações diretas a todo e qualquer Windsor.

E claro, não podemos deixar de pontuar que a certa altura das vendas, a Amazon precisou restringir as reviews do livro somente para os compradores, porque os fãs do duque e da duquesa de Cambrigde invadiram a plataforma com comentários mentirosos, racistas e sexistas sobre Meghan Markle. Mesmo com essa atitude da Amazon, milhares deles COMPRARAM copias de The Bench somente para dar sua review negativa.

Os apoiadores da monarquia mundo a fora de dedicam a tentar minar o trabalho de Harry e Meghan, mas não movem um dedo para ajudar as instituições de caridade apoiados por seus amados royals. Desde o inicio da pandemia, da qual o mundo não estava preparado para passar, varias instituições apoiadas pela família real britânica vem passando por inúmeras dificuldades financeiras, outras ate mesmo fecharam as portas. E o que estes apoiadores fazem? Eles apoiam estas instituições de caridade? Não. Eles estão perdendo tempo, energia e dinheiro perseguindo tudo que envolve o duque e a duquesa de Sussex.

Um livro inspirado na relação entre pai e filho tem sido alvo dos fãs de William e Kate pr exatos dois meses. Eles ridicularizam crianças a todo instante somente para se sentirem bem com o ódio que carregam. Não à toa, não vimos ainda o rosto ou qualquer parte do corpo de Lilibet Diana, que assim como seu irmão Archie, enfrentou o racismo da forma mais cruel, tanto da mídia como de fãs da família real.

O que queremos para o futuro são mais e mais livros de Meghan, de Harry. Que tenhamos a certeza de que as crianças Sussex estão vivendo a melhor infância possível e que todos os haters tenham o castigo que merecem. O mundo é regido por leis e elas precisam ser aplicadas. Enquanto isso, seguimos apoiando Meghan e Harry, seus projetos e denunciado todo e qualquer crime cometido contra adultos e principalmente crianças.

O que seria somente um dia comemorativo pelo 40º da Duquesa de Sussex, se tornou o dia do anuncio de um grande projeto que visa ajudar mulheres, que após esse período conturbado de pandemia, estão reingressando ao mercado de trabalho.

Seguindo um dos fortes lemas da Archewell Foundation, Compaixão em Ação, Markle está lançado a iniciativa 40×40 que visa incentivar que pessoas contribuam com 400 minutos de seu tempo se voluntariando para dar orientação ou serviço comunitário para mulheres que estão de volta ao mercado de trabalho. Dar suporte a mulheres em suas carreiras não é nenhuma novidade para Meghan, que há anos vem desenvolvendo um trabalho impecável com a instituição de caridade Smart Works, baseada em Londres.

Meghan escreveu um pequeno texto no site da Archewell, anunciando o projeto e explicando por onde o projeto caminhará:

Ao refletir sobre meu 40º aniversário e as muitas coisas pelas quais sou grata, fico impressionada de que o tempo está entre nossos maiores e mais essenciais PRESENTES: Tempo com nossos entes queridos, tempo fazendo as coisas que amamos, tempo gasto aprendendo, rindo, crescendo, e o tempo sagrado que temos nesta terra. Entre os presentes mais valiosos de tempo também está o tempo gasto no serviço aos outros, sabendo que pode contribuir para mudanças incríveis. Até aquele último ponto, e com minha 40ª volta ao redor do sol em mente, isso me fez pensar: o que aconteceria se todos nós dedicássemos 40 minutos para ajudar outra pessoa ou para orientar alguém em necessidade? E então o que aconteceria se pedíssemos aos nossos amigos que fizessem o mesmo?

Nos últimos dois anos, e em grande parte por causa da pandemia de COVID-19, DEZENAS DE MILHÕES DE mulheres em todo o mundo deixaram o mercado de trabalho, incluindo mais de dois milhões de mulheres nos Estados Unidos. Muitas dessas mulheres também ESTÃO SUPORTANDO O GRANDE DA CRISE quando se trata de trabalho não remunerado, incluindo educação e cuidados com parentes. E as pesquisas mais recentes mostram que MENOS MULHERES DO QUE HOMENS RECUPERARÃO O TRABALHO enquanto nos recuperamos da pandemia.

Acredito que a mentoria é uma forma de ajudar as mulheres a recuperar a confiança e reconstruir sua força econômica e, no meu aniversário, pedi a 40 amigos, ativistas, atletas, artistas e líderes mundiais para ajudar a dar o pontapé inicial em um esforço global, contribuindo com 40 MINUTOS DE MENTORIA para apoiar as mulheres a reingressar no mercado de trabalho. Com este tempo, espero que cada um ajude alguém a avançar na vida profissional em seus próprios termos e, espero que inspire inúmeras outras pessoas a doar 40 minutos de seu tempo também.

Se você puder, JUNTE-SE A NÓS e dedique 40 minutos hoje no serviço aos outros da maneira que achar melhor para você. O tempo que você doa pode contribuir para uma ONDA GLOBAL DE SERVIÇO e gerar um impacto significativo em nossas próprias comunidades e em todo o mundo.

Em um vídeo divertido, ao lado da atriz Melissa McCarthy, Markle anunciou o projeto que contou com a participação especial do príncipe Harry fazendo malabarismo em uma das janelas do escritório do casal.

Como a própria Meghan anunciou, 40 nomes foram convidados por ela para participar do 40×40 e dentre eles estão: Daniel Martin, Princesa Eugenie, Adele, Amanda Gorman, Amanda Nguyen, Deepak Chopra, Dr. Ibram X. Kendi, Gloria Steinem, José Andrés, Dra. Nadine Burke Harris, Sophie Grégoire Trudeau, Stella McCartney, Misha Nonoo, Gabrielle Union-Wade, Sofia Carson, Hillary Clinton, Ciara, Sarah Paulson, Ayesha Curry, Sara Blakely, Katie Couric, Tessy Ojo, Deepak Chopra, Bryony Gordon, Priyanka Chopra Jonas e muitas outras pessoas. Instituições como Smart Works, LA Works e YWCA também estão se juntando a este incrível projeto.

No vídeo de anúncio, pudemos ver o visual da nova mãe de dois. Meghan usou uma roupa monocromática, incluindo um suéter branco, uma camiseta regata e calça comprida, com acabamento com os scarpins Manolo Blahnik BB em camurça marrom.

Ela complementou o visual colocando em camadas dois colares zodiacais do designer de joias Logan Hollowell: um colar constelação de Touro para o signo de Archie e um colar de Gêmeos para Lilibet, que hoje completa dois meses de vida. Para completar a decoração de sua mesa, podemos ver vários exemplares de seu livro best seller, The Bench e claro, seu companheiro de muitos anos, Guy, deitado próximo a ela.

Quando em setembro passado o contrato entre o Duque e a Duquesa de Sussex com a Netflix foi anunciado, muito se especulava sobre quais conteúdos a produtora do casal produziria para a plataforma. Uma série documental sobre o Invictus Games — Heart of Invictus — já foi anunciada semanas atrás e hoje, tivemos o anúncio oficial de que Meghan também está a frente de uma produção.

Markle é produtora executiva da série animada Pearl (título provisório) que já está em produção e em breve deverá estar disponível na plataforma. Mas ela não esta sozinha. Ao lado de David Furnish, Carolyn Soper, Liz Garbus, Dan Cogan e Amanda Rynda, a Duquesa contará a história de uma menina de 12 anos, que é inspirada por uma variedade de mulheres influentes da história. A série animada se concentra na aventura heróica de uma jovem enquanto ela aprende a entrar em seu poder e encontra inspiração em mulheres influentes ao longo da história. No site da Archewell, Meghan deixou uma breve declaração:

Como muitas garotas da sua idade, nossa heroína Pearl está em uma jornada de autodescoberta enquanto tenta superar os desafios diários da vida. Estou muito feliz que a Archewell Productions, em parceria com a poderosa plataforma da Netflix, e esses incríveis produtores, juntos tragam a você esta nova série animada, que celebra mulheres extraordinárias ao longo da história. David Furnish e eu estamos ansiosos para trazer esta série especial à luz, e estou muito feliz por podermos anunciá-la hoje.

David Furnish é uma grande produtor e diretor de cinema, além de marido de Elton John. O casal tem grande ligação com Harry e sua mãe Diana, e desde o início do relacionamento com Harry, Meghan recebe um grande apoio público e privado de Elton e David. Furnish, também deu uma breve declaração sobre o projeto:

Estou muito feliz por finalmente podermos anunciar esta emocionante série animada. Meghan, A Duquesa de Sussex e eu somos profundamente apaixonados por levar as histórias inspiradoras e positivas de mulheres extraordinárias de todo o mundo para um público global de todas as idades. A equipe que colabora na série é de primeira classe, e a Netflix é a parceira perfeita.

Outros envolvidos também falaram sobre o projeto:

A animação é o meio perfeito para dar vida a essa história divertida, sincera e inspiradora. Pearl é uma personagem no qual todos reconhecerão um pedaço de si mesmos enquanto torcem absolutamente por ela enquanto ela descobre muito sobre o mundo, passado e presente, e como ela se encaixa nele. Estou muito feliz por trabalhar com Meghan e uma equipe tão ilustre. – Carolyn Soper, que foi chefe de produção da Walt Disney Animation Studios e produtora de efeitos visuais da Buena Vista Visual Effects.

Sempre fui atraída por histórias de mulheres fortes superando desafios e percebendo seu poder. A ideia de fazer isso no contexto de uma série infantil, divertida e esclarecedora, como uma mulher forte como Meghan, A Duquesa de Sussex, no coração é emocionante. Há muito tempo quero trabalhar com o brilhante David Furnish, e estou tão feliz por unir forças com ele, Carolyn, Amanda e Archewell Productions para trazer este projeto ao mundo. — Liz Garbus que é duas vezes indicado ao Oscar, duas vezes vencedora do Emmy e diretora indicado ao BAFTA. Liz Garbus e Dan Cogan fundaram em 2019 a produtora Story Syndicate.

Estou tão energizada por ajudar a executar a visão criativa de Meghan ao mostrar uma história de empoderamento que entretém e inspira. A jornada do personagem teria me encantado quando criança, e estou muito feliz por estar na equipe criativa apresentando temas pelos quais sou apaixonado quando adulto. – Amanda Rynda, showrunner de Pearl. Showrunner é a pessoa responsável pelo andamento da série, que mantém o comando do que está acontecendo. Amanda já atuou no mesmo cargo na Warner Bros e Nickelodeon.

Megan Casey, diretora de animação original da Netflix, disse estar animada com o projeto.

Um conto emocionante que une fantasia e história, Pearl se concentra em uma jovem que aprende a entrar em seu próprio poder quando embarca em uma aventura heróica e conhece mulheres importantes da história ao longo do caminho. Estamos empolgados em desenvolver esta série animada com nossos parceiros da Archewell Productions e Story Syndicate.

Mais detalhes sobre o lançamento de Pearl serão anunciados no devido tempo.

Meghan Markle concederá no próximo domingo, uma entrevista exclusiva para promoção de seu recém lançado livro “The Bench”, que já se tornou best seller #1 pelo New York Time. A Duquesa conversará com Samantha Balaban do NPR Weekend as 9:00 horário de Brasilia. Será uma entrevista de rádio, ou seja, somente ouviremos Meghan falando sobre o The Bench.

Faremos a cobertura em tempo real e você poderá ouvir ao vivo clicando AQUI.

A Duquesa de Sussex se tornou patrona da instituição de caridade “The Mayhew” em janeiro de 2019, mas sabe-se que ela já estvaa envolvida com seus projetos antes mesmo do anúncio. A escolha da caridade por parte de Meghan, veio  do reflexo de causas e questões que são importantes para ela ao longo de sua vida.

Fundada em 1886 como The Home for Starving and Deserted Cats e rebatizada para Mayhew em 1904, eles são uma instituição de caridade de bem-estar animal que trabalha para melhorar a vida de cães, gatos e das pessoas nas comunidades locais – tanto em Londres quanto internacionalmente. Assim como no ano anterior, Meghan escreveu o prefácio da revisão anual da instituição, mostrando que, a distância territorial não será um empecilho para que Markle continua ajudando a caridade.

No último ano, cada um de nós sentiu os profundos efeitos da pandemia global de Covid-19. Seja a perda de um ente querido, os desafios de saúde enfrentados por muitos, ou as mudanças desproporcionais de vida que todo mundo já experimentou, tem foi um processo avassalador de luto, crescimento e também de gratidão. Eu tenho ouvido de muitos de vocês sobre o impacto de ter um animal de estimação com você em casa durante o isolamento de confinamento; vocês mencionaram o efeito terapêutico de ter seu animal ao seu lado e o consolo e conforto que vocês encontraram em suas empresas. Este efeito é algo Mayhew se esforça para entregar dia em e dia para pessoas em todo o Reino Unido e além.

Este trabalho era algo de que Mayhew se orgulhava muito antes da pandemia e continuará a fazer por muito tempo. Entre o programa TheraPaws™, a defesa do resgate de animais de estimação e o trabalho com a comunidade de moradores de rua e seus animais de estimação, Mayhew continua a nos encontrar onde estamos como sociedade e a promover a conexão de cura entre animais e humanos.

Quero agradecer a todos os amantes dos animais em Londres, no Reino Unido e no mundo que apoiaram Mayhew durante o ano passado. Sua ajuda significa que, apesar das dificuldades, Mayhew tem sido capaz de continuar fornecendo apoio vital para cães e gatos e as comunidades ao seu redor.

Tenho orgulho de testemunhar Mayhew se adaptando ao momento – por meio de realocação virtual, visitas de TheraPaws no Zoom e entrega de pacotes de cuidados para animais e donos de animais necessitados. A organização resgatou e reabilitou cães e gatos em situações críticas e, é claro, prestou serviços vitais de saúde animal no exterior, em países também atingidos pela pandemia.

Quando reflito sobre 2020, sempre volto à importância da comunidade e da conexão. Podemos ter sido forçados a nos separar, mas encontramos novas maneiras de estar próximos e apoiar uns aos outros durante esta crise compartilhada. Para muitos de nós, isso ficou ainda mais fácil com nossos animais de estimação ao nosso lado.

Mayhew – e milhares de pequenas organizações comunitárias como elas – continuarão a ouvir, adaptar seus serviços e fornecer os recursos de que pessoas e animais de estimação precisam para ficar juntos e perseverar nas adversidades. Enquanto construímos coletivamente o futuro, minha sincera esperança é que o façamos com apoio e apreço contínuos por organizações como a Mayhew, que continuam seu trabalho vital em dias de crise e calmaria. Seu compromisso com a causa do bem-estar animal é inabalável e seu efeito sobre o bem-estar de nossa comunidade é evidente.

O relatório completo você pode ler AQUI.

 

Quando menos esperávamos, recebemos o anuncio do nascimento da filha mais nova de Meghan e Harry. Nasceu na última sexta-feira Lilibet Diana Mountbatten-Windsor.

É com grande alegria que o Príncipe Harry e Meghan, o Duque e a Duquesa de Sussex, dão as boas-vindas a sua filha, Lilibet “Lili” Diana Mountbatten-Windsor, ao mundo. Lili nasceu na sexta-feira, 4 de junho às 11h40, sob os cuidados de confiança dos médicos e da equipe do Santa Barbara Cottage Hospital em Santa Barbara, CA.

Ela pesava 3,48kg. Tanto a mãe quanto a filha estão saudáveis ​​e bem, e se acomodando em casa.

Lili recebeu o nome de sua bisavó, Sua Majestade, a Rainha, cujo apelido dentro da família é Lilibet. Seu nome do meio, Diana, foi escolhido para homenagear sua querida avó, a Princesa de Gales.

Este é o segundo filho do casal, que também tem um filho de dois anos chamado Archie Harrison Mountbatten-Windsor. O Duque e a Duquesa agradecem por seus votos calorosos e orações enquanto desfrutam deste momento especial como uma família.

Em uma parte mais pessoal da declaração, postada no site da Archewell, Meghan e Harry agradecem pessoalmente aos bons desejos.

Em 04 de junho, fomos abençoados com a chegada de nossa filha, Lili. Ela é mais do que jamais poderíamos ter imaginado e continuamos gratos pelo amor e pelas orações que sentimos em todo o mundo. Obrigado por sua contínua gentileza e apoio durante este momento muito especial para nossa família.

Como é de praxe que o Sussex Squad se una para arrecadações de doações, eles indicaram as organizações que as doações podem ser direcionadas.

O Duque e a Duquesa estão neste momento de licença parental.

Lilibet significa “presente de Deus” e simboliza claramente o quão importante é a Lili na vida de seus pais, após toda a turbulência que eles viveram no último ano. Bem-vinda Lili, você já é muito amada!

No último dia 20 estreou na Apple TV a serie documental de saúde mental que o príncipe Harry além de ser uma das estrelas, foi um dos produtores executivos, ao lado de Oprah Winfrey e outros nomes. The Me You Can’t See é baseado em diversos relatos de lutas de saúde mental de todos os convidados, desde o momento que eles entenderam que precisavam de ajuda, até a maneira com que eles estão hoje com todos seus problemas.

Os relatos apresentados são extremamente fortes e aconselhamos a todos assistirem aos mesmos, somente se você não tiver nenhum gatilho relacionado a abuso sexual, drogas, TOC, etc. Nos concentramos somente nos relatos do Harry que envolvem a Meghan e no Archie. A serie documental mostra com fidelidade as lutas pessoais dos personagens envolvidos e vale a pena assistir.

Diga em voz alta

O relato de Harry começa com ele admitindo que nunca pensou em buscar terapia em toda sua vida e que há somente quatro anos ele se trata regularmente. O ambiente que ele estava inserido não o encorajava a fazer terapia. A perda de sua mãe (Diana, Princesa de Gales) e todos os acontecimentos após morte da mesma, despertaram nele diversos gatilhos e ansiedade. O fato de Harry nunca ter lidado particularmente com seu luto, já que toda sua dor foi exporta para o mundo todo, e viver dentro de uma instituição que não valoriza a saúde mental como tanto pregam, fez com que ele buscasse alivio em bebidas alcoólicas e drogas.

Perdi minha mãe quando tinha 12 anos, pouco antes do meu aniversário. Eu não queria viver. Compartilhar o luto da morte da minha mãe com o mundo. Para mim o que mais me lembro é o som dos cascos dos cavalos passando pelo Mall. A essa altura, nós dois (Harry e William) estávamos em choque. Era como se eu estivesse fora do meu corpo e caminhando, apenas fazendo o que era esperado de mim. Mostrando um décimo da emoção que todos os outros estavam demonstrando.

Harry narra todas suas dificuldades dentro do papel que ele precisava exercer dentro da Família Real e como ele sempre dizia sim para todos os pedidos, mesmo que ele não estivesse bem para desempenhar qualquer que fosse o papel. O Duque também relembra que seus melhores momentos naquele tempo, foram seus anos no exército, onde ele era somente o Harry e tinha uma vida normal.

Eu estava disposto a beber, estava disposto a usar drogas, estava disposto a tentar e fazer as coisas que me faziam sentir menos como estava. Mas aos poucos fui percebendo que, ok, eu estava bebendo de segunda a sexta, mas provavelmente beberia o equivalente a uma semana em uma sexta ou sábado à noite. Eu me pegava bebendo, não porque estava gostando, mas porque estava tentando mascarar alguma coisa.

O Duque de Sussex deixa em clara ênfase de que é preciso que ciclos se quebrem, que as pessoas consigam chegar até a raiz do problema e não deixar com que o sofrimento acometa mais pessoas.

Se você passou por algo, isso não significa que seus filhos ou todas as outras pessoas tenham que passar pela mesma coisa que você.

Pedindo ajuda

Harry então entra na parte da importância da rede de apoio e de como a chegada de Meghan em sua vida o fez acordar para o fato de que ele precisaria enfrentar seu passado e buscar ajuda profissional.

Mas foi conhecer e ficar com Meghan, sabia que sem fazer terapia, e me curar, eu ia perder essa mulher com quem me via passando o resto da vida.

Houve muito aprendizado no começo da nossa relação. Ela ficou chocada ao chegar aos bastidores da instituição, da família real britânica. Quando ela disse eu procurar ajuda, foi em reação à uma briga. E nessa briga, sem saber disso, voltei a ser o Harry de 12 anos.

Foi o começo de um aprendizado. Vi que vivia numa bolha dentro dessa família, dessa instituição. Estava meio preso num processo de pensando ou mentalidade. Oito dias após nossa relação se tornar pública, falaram que ela (Meghan) veio de Compton, num tom racista. E que seu DNA exótico engrossaria o sangue real. Éramos seguidos, fotografados, caçados, assediados. O som das câmeras e os flashes fizeram meu sangue ferver. Me irrita. Me leva ao que houve a minha mãe e o que vivi quando criança.

Mas chegou a um novo patamar com a mídia tradicional e as plataformas de mídia social. Eu me sentia indefeso. Pensei que a família ajudaria, mas a todo pedido, solicitação, aviso, o que fosse, só havia silêncio total, abandono total. Por quatro anos, tentamos que desse certo. Fizemos tudo que podíamos para ficar lá e continuar com o papel e o trabalho. Mas Meghan vivia poucas e boas. As pessoas viram as fofos da gente apertando as mãos ao entrar no Royal Albert Hall em Londres, pro evento de caridade. Ela estava no sexto mês de gravidez. O que as pessoas não sabem é que, mais cedo naquela noite, Meghan decidiu me contar os pensamentos suicidas e os detalhes práticos de como acabaria com sua vida. O mais assustador foi a clareza do pensamento. Ela não tinha pirado. Não estava louca. Não se automedicava, com remédios ou álcool. Ela estava totalmente sã. Porém, no silêncio da noite, tais pensamentos a despertavam. O que impedia de levar a cabo, era o fato de ser injusto comigo. Depositado que aconteceu com a minha mãe, ter de enfrentar a perda de outra mulher da minha vida com um bebê dentro dela, nosso bebê.

Tenho vergonha de como lidei com isso. Por causa do sistema em que vivíamos, das responsabilidades e dos deveres, trocamos um carinho… e tivemos de ir nós trocar, entrar em um comboio com escolta policial e ir ao Royal Albert Hall pro evento. Sai para uma muralha de câmeras e fingi que tudo estava bem. Não existia a opção de desistir. De dizer que a gente não ia. Imagine só as especulações que surgiriam. Enquanto minha esposa e eu estávamos nas cadeiras de mãos dadas, quando a luz apagou, Meghan começou a chorar. Senti pena dela e raiva de mim mesmo por estarmos presos naquilo. Sentia vergonha de ficar tão ruim e de procurar minha família. Porque, sinceramente, como muitos da minha idade diriam, sei que minha família não dará o que preciso.

E daí tive um filho, em quem eu preferia me focar unicamente em vez de, ao olhar em seus olhos, me perguntar se minha esposa terminaria como minha mãe e teria de cuidar dele sozinho. Esse foi um dos grandes motivos para partirmos. Sentir-se preso e controlado por meio do medo, pela mídia e pelo sistema em si… que nunca encorajou que se abordasse esse tipo de trauma. Mas sei que agora não serei intimidado a fazer silêncio.

Descobrindo o que funciona

Harry neste ponto da série documental faz um paralelo entre a história de sua mãe e esposa e o quanto Meghan, mesmo com pensamentos suicidas, quis poupá-lo de mais perda. Harry enfatiza mais um vez que a decisão de não trabalhar mais para a monarquia, foi uma decisão sua.

Então, quadro anos atrás, só depois de conhecer Meg…você iniciou o processo de tentar descobrir isso. Não tinha tentando antes? Não. E rapidamente decidi que, para essa relação funcionar, eu teria que lidar com meu passado. Porque havia raiva ali. E não era raiva dela, era apenas raiva. E ela reconheceu. Ela viu.

Para mim, a terapia me equipou amparava-se capaz de fazer qualquer coisa. Por isso estou aqui agora. Por isso minha esposa está aqui agora. Essa sensação de estar preso dentro da família é… não havia opção de sair. Por fim, quando tomei essa decisão por minha família, ainda disseram que eu não podia. O quão ruim tem que ficar até que eu possa fazer isso? Ela ia se matar. Não deveria ter que chegar a isso. Eu tenho algum arrependimento? Sim. Meu maior arrependimento é não ter assumido uma posição mais precoce com minha esposa ao denunciar o racismo quando o fiz. A história se repetia. Minha mãe foi perseguida até a morte enquanto tinha um relacionamento com alguém que não era branco. E agora veja o que aconteceu. Quer falar sobre a história se repetir? Não vão parar até que ela morra.

Foi um gatilho enorme…poder perder outra mulher da minha vida. A lista está crescendo. E tudo volta as mesmas pessoas, o mesmo modelo de negócios, a mesma indústria. Meu pai, quando eu era mais novo, ele dizia para William e eu: “foi assim para mim, então será assim para vocês”. Isso não faz sentido. Só porque você sofreu, não significa que seus filhos tenham que sofrer. É o contrário. Se você sofreu, faça tudo que puder para que as experiências negativas que você teve… você possa concertar para seus filhos.

Optamos em colocar nossa saúde mental em primeiro lugar. É o que estamos fazendo é o que continuaremos a fazer. Não se trata de quebrar o ciclo? Não se trata de garantir que a história não se repita?

Este sou eu 

No último episódio, Harry faz revelações de como foram os dias pré-entrevista para Oprah e como a vida dele está neste momento.

Porém, antes da entrevista com a Oprah ser transmitida, por causa de manchetes e do esforço conjunto da firma (monarquia) e da mídia para difamá-la, fui acordado no meio da noite pelo o seu (Meghan) choro sobre o seu travesseiro, porque ela não queria me acordar, pois o meu fardo já estava enorme. Isso é de partir o coração. Eu a abracei. Nós conversamos. Ela chorou muito. Sem terapia e sem dedicação, não suportaríamos isso. Em toda a oportunidade, as forças lutam contra nós e tentam nos impossibilitar. Esperava estar nessa situação tão de pressa? Não. Fizemos um bom trabalho. E não me arrependo. É incrivelmente triste, mas não me arrependo de nada. Porque agora estou como deveria estar há quatro anos.

Estou mais à vontade comigo mesmo. Não tenho mais ataques de pânico. Aprendi mais sobre mim do que nos últimos quatro anos, do que nos 32 anos anteriores. Agradeço a minha esposa por isso. Temos um menino lindo, que nos mantém ocupados, correndo. Ele nos faz sorrir todos os dias e isso é ótimo. Temos dois cachorros. E uma menininha a caminho. Não tenho dúvidas de que minha mãe estaria orgulhosa de mim. Tenho a vida que ela queria ter. Tenho a vida que ela queria que tivéssemos. Não apenas sei que ela sente orgulho de mim, como sei que ela me ajudou a chegar até aqui. Nunca senti tanto a presença dela como no último ano. Queria que conhecesse a Meghan. Queria que estivesse aqui pelo o Archie. Tenho uma foto no quarto dele, uma das primeiras palavras ditas por ele, além de ‘mamãe’ e ‘papai’ foi ‘vovó’, ‘vovó Diana’. É a coisa mais fofa. Só que me deixa triste ao mesmo tempo. Pois ela deveria estar aqui. Estou curando essa parte da minha vida. Com uma clareza de perspectiva que nunca julguei que teria. Ainda sou a mesma pessoa, apenas me tornei uma versão melhor. Sinto que era pra ser assim.

A série documental é realmente um bom debate sobre saúde mental. Vale a pena assistir e conhecer histórias de outros nomes da mídia. Vale a pena ressaltar, que se você precisar de ajuda, entre em contato com CVV – Centro de Valorização da Vida que atende voluntariamente e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, e-mail e chat 24 horas, todos os dias. Ligue 188 caso precise de ajuda. Se você conhece alguém que precisa de ajuda, não feche os olhos: essa pessoa precisa de você.

Clique na imagem para assistir ‘The Me You Can’t See’

O aniversário de Archie nunca passa em branco no quesito doações. Os fãs do casal Sussex sempre se mobilizam em datas especiais para arrecadação de fundos para instituições de caridade e os pais do pequeno Archie, além de agradecer iniciativa, se comprometem também.

Além dos pedidos para doação de dinheiro para a campanha da VAX Live, o Duque e a Duquesa fizeram mais uma vez doações de gorros para instituição na Nova Zelândia. Através da Make Give Live, foram doados 200 gorros para refúgios ao redor do mundo. Os Sussexes sempre fazem doações de gorros para Nova Zelândia, desde que Archie ganhou um gorro do país de presente e seus pais continuaram comprando o acessório para o pequeno.

 

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