Há uma famosa entrevista de TV de Harry, o Duque de Sussex, quando ele era um artilheiro de helicóptero Apache alguns anos atrás. Ele está sentado perto de um campo de aviação no Afeganistão, comentando sobre algumas notícias reais, quando há um estrondo e um grupo de soldados sobe atrás dele.

Em um movimento rápido, ele se levanta, arranca o microfone e corre em direção à ação.

Esse mesmo senso de urgência impulsiona Meghan, agora a Duquesa de Sussex, que há muito tempo é uma ativista humanitária e uma poderosa defensora das mulheres e meninas em todo o mundo. “Esse tipo de trabalho é o que alimenta minha alma”, escreveu ela em um artigo de 2016. Entrar em ação não é a escolha fácil para os jovens duque e duquesa que foram abençoados por nascimento e talento e queimados pela fama. Seria muito mais seguro desfrutar de sua fortuna e ficar em silêncio.

Isso não é o que Harry e Meghan fazem, ou quem eles são. Eles transformam a compaixão em mão na massa por meio de sua fundação Archewell. Eles dão voz aos que não têm voz por meio da produção de mídia. De mãos dadas com parceiros sem fins lucrativos, eles assumem riscos para ajudar comunidades carentes – oferecendo apoio de saúde mental para mulheres e meninas negras nos EUA e alimentando as pessoas afetadas por desastres naturais na Índia e no Caribe.

Em um mundo onde todos têm uma opinião sobre pessoas que não conhecem, o duque e a duquesa têm compaixão pelas pessoas que não conhecem. Eles não apenas opinam. Eles correm em direção à luta.

 

71428D11-E535-46F4-AD25-55FC336B221F.jpeg 53BB9A67-3614-4633-8595-85077B03AFF3.jpeg

 

Escrito por José Andrés, chef e fundador da World Central Kitchen, parceiro de Meghan e Harry para o TIME 100.

Traduzido por Meghan Markle Brasil