Em outubro de 2019 obtivemos a informação de que a Duquesa de Sussex estava inciando um processo contra Associated Newspapers sob a alegação de que eles publicaram uma carta particular de Meghan para seu pai Thomas Markle, onde eles distorceram a situação e iniciaram uma campanha terrível de difamação contra a ex-atriz. Para contextualizar a todos, vamos dizer quem é Associated Newspapers.

A Associated Newspapers é uma editora nacional de jornais e sites no Reino Unido. A Associated Newspapers é proprietária do DailyMail, MailOnline , Mail on Sunday, Metro, Wowcher, Jobsite e Jobrapido. Em 01 de outubro, Harry divulgou uma carta aberta sobre a perseguição que sua esposa sobre de tabloides britânicos:

 

Declaração de Sua Alteza Real

Príncipe Harry, Duque de Sussex

01 OUTUBRO 2019

Como casal, acreditamos na liberdade de mídia e em relatórios objetivos e verdadeiros. Consideramos isso uma pedra angular da democracia e, no estado atual do mundo – em todos os níveis – nunca precisamos mais de uma mídia responsável.

Infelizmente, minha esposa se tornou uma das mais recentes vítimas de um tabloide britânico que faz campanhas contra indivíduos sem pensar nas consequências – uma campanha implacável que aumentou ao longo do ano passado, durante a gravidez e ao criar nosso filho recém-nascido.

Existe um custo humano para essa propaganda implacável, especificamente quando ela é conscientemente falsa e maliciosa, e, embora continuemos a ter uma cara corajosa – como muitos de vocês podem se identificar -, não posso começar a descrever o quão doloroso tem sido. Porque na era digital de hoje, as manufaturas da imprensa são reaproveitadas como verdade em todo o mundo. A cobertura de um dia não é mais o papel de rascunho de amanhã.

Até o momento, não conseguimos corrigir as deturpações contínuas – algo que esses meios de comunicação selecionados conheciam e, portanto, exploravam diariamente e às vezes a cada hora.

É por esse motivo que estamos adotando uma ação legal, um processo que já dura muitos meses. A cobertura positiva da semana passada dessas mesmas publicações expõe os padrões duplos deste pacote de imprensa específico que a difamava quase diariamente nos últimos nove meses; eles foram capazes de criar mentiras após mentiras às suas custas, simplesmente porque ela não era visível durante a licença de maternidade. Ela é a mesma mulher que era há um ano no dia do nosso casamento, assim como ela é a mesma mulher que você viu nesta turnê pela África.

Para essas mídias selecionadas, este é um jogo que não estamos dispostos a jogar desde o início. Sou testemunha silenciosa de seu sofrimento particular por muito tempo. Recuar e não fazer nada seria contrário a tudo em que acreditamos.

Essa ação legal específica depende de um incidente em um padrão longo e perturbador de comportamento da mídia tabloide britânica. O conteúdo de uma carta particular foi publicado ilegalmente de maneira intencionalmente destrutiva para manipular você, o leitor e promover a agenda divisória do grupo de mídia em questão. Além da publicação ilegal deste documento particular, eles propositadamente o enganaram ao omitir estrategicamente parágrafos selecionados, sentenças específicas e até palavras singulares para mascarar as mentiras que haviam perpetuado por mais de um ano.

Chega um momento em que a única coisa a fazer é enfrentar esse comportamento, porque destrói as pessoas e destrói vidas. Simplificando, é o assédio moral, que assusta e silencia as pessoas. Todos sabemos que isso não é aceitável, em nenhum nível. Não vamos e não podemos acreditar em um mundo onde não há responsabilidade por isso.

Embora essa ação possa não ser a mais segura, é a correta. Porque meu medo mais profundo é a história se repetindo. Vi o que acontece quando alguém que eu amo é comoditizado a ponto de não ser mais tratado ou visto como uma pessoa real. Perdi minha mãe e agora vejo minha esposa sendo vítima das mesmas forças poderosas.

Agradecemos ao público por seu apoio contínuo. É extremamente apreciado. Embora possa não parecer, realmente precisamos.

 

INFORMAÇÕES SOBRE MÍDIA

 

Sua Alteza Real, a Duquesa de Sussex, apresentou uma queixa contra a Associated Newspapers por uso indevido de informações privadas, violação de direitos autorais e violação da Data Protection Act 2018.

O processo na Divisão de Chancelaria do Supremo Tribunal refere-se à publicação ilegal de uma carta particular.

Um porta-voz legal da Schillings que representa a Duquesa de Sussex disse:

“Iniciamos um processo judicial contra o Mail on Sunday e sua empresa controladora Associated Newspapers, por causa da publicação intrusiva e ilegal de uma carta privada escrita pela Duquesa de Sussex, que faz parte de uma campanha desse grupo de mídia para publicar informações falsas e histórias deliberadamente depreciativas sobre ela e sobre o marido. Dada a recusa da Associated Newspapers em resolver esse problema de maneira satisfatória, instauramos um processo para corrigir essa violação de privacidade, violação de direitos autorais e a agenda de mídia mencionada anteriormente”.

O caso está sendo financiado em particular pelo Duque e pela Duquesa de Sussex. Na pendência de uma decisão do Tribunal, o produto de qualquer dano será doado a uma instituição de caridade anti-bullying.

Como relembramos tudo isso, vamos seguir aos acontecimentos dos últimos dias. Na noite de ontem, o Duque e a Duquesa de Sussex, através de seus representantes de comunicação, entraram em contato com grandes tabloides do Reino Unido que são The Sun, Daily Mail, Daily Mirror e Daily Express que fazem parte da Royal Rota para informá-los que Harry e Meghan nunca mais irão trabalhar com esses jornais e que só teriam contato com esses veículos quando for necessário e através de seus advogados.

No momento em que o Duque e a Duquesa de Sussex entram em um novo momento de vida e já não recebem mais nenhum apoio financeiro público, estamos escrevendo uma nova política de relações com a imprensa mais especificamente com a sua organização.

Como vocês, o Duque e a Duquesa acreditam que a imprensa livre é a rocha para qualquer democracia, particularmente em momentos de crise. Em sua melhor forma, essa imprensa coloca luz em coisas obscuras e contam histórias que de outra forma seriam esquecidas, e se posicionam pelo que acreditam ser certo, desafiando o poder e aqueles que abusam do sistema.

Dizem que o jornalismo é a obrigação da verdade. O Duque e a Duquesa acreditam de coração nisso.

É muito preocupante que uma parte da imprensa vem há muitos anos se isolando da responsabilidade pelo que escrevem e publicam – mesmo quando sabem que é conteúdo distorcido, falso e invasivo de forma fora da razão. Quando o poder é aproveitado sem responsabilidade, a confiança que colocamos nessa muito necessária indústria é reduzida.

Existe um preço humano sendo pago por essa maneira de dirigir um negócio e afeta todas as áreas da sociedade.

O Duque e a Duquesa de Sussex viram as vidas de pessoas que eles conhecem – e completos estranhos – serem completamente reviradas por nenhuma razão aparente além de aumentar as vendas de fofocas indecentes e suas propagandas.

Com isso dito, ontem que o Duque e a Duquesa de Sussex não irão mais engajar com a sua organização. Não haverá corroboração nem engajamento. Essa também é uma política sendo estabelecida com o seu time de comunicação, para proteger o time do outro lado da indústria que os leitores nunca vêem.

Essa política não é sobre evitar críticas. Não é para bloquear o público ou censurar reportagens que são apuradas. A imprensa tem todo direito de publicar sobre e ter suas opiniões sobre o Duque e a Duquesa, boa ou ruim. Mas isso não pode ser baseado em mentiras. Eles também querem ser bem claros: isso não é uma política para toda a imprensa.

O Duque e a Duquesa de Sussex estão ansiosos para trabalhar com jornalistas e com organizações de todo o mundo, engajar com imprensas de comunidades – locais e regionais – e jovens, novos na área para destacar causas e problemas que precisam urgentemente dessa atenção. E eles esperam para fazer o que puderem para dar oportunidades para a diversidade e pessoas que não tem suas vozes escutadas que são muito necessárias agora.

O que eles não vão fazer é se oferecer de moeda de troca para a economia de clickbaits e distorção.

Esperamos que essa nova política seja escutada e respeitada.

Essa nova política de relacionamento de Harry e Meghan com a mídia já era mais do que esperada por todos nós, visto que em seu primeiro comunicado sobre a saída, o casal se mostrou nitidamente descontente em ter que colaborar com esses veículos que tanto os difamam nesses últimos anos, visto que o The Sun, Daily Mail, Mirror e Express fazem parte da Royal Rota que detém informações em primeira mão de todos os trabalhos da realeza.

Tanto Meghan como Harry não aceitaram e não aceitarão que esses veículos façam relatórios positivos deles em troca de dar aos mesmos informações privilegiadas de suas vidas pessoais. Não é um caso sobre censurar a imprensa. Trata-se de não dar importância para aqueles que gratuitamente os odeiam e perseguem.

Na manha dessa segunda-feira 20, o The Guardian teve acesso a documentos anexados pelos advogados da Duquesa no processo que terá sua primeira audiência nessa sexta-feira. Em mais de 30 página, Meghan anexou documentos que comprovam que toda a narrativa criada de que ela deixou seu pai sem apoio na época de seu casamento era falsa. A Duquesa de Sussex está buscando indenização por suposto uso indevido de informações privadas, violação de direitos autorais e violação da lei de proteção de dados.

As mensagens de texto anexadas ao processo mostram como Meghan e Harry ofereceram apoio durante todo o momento a Thomas, além de serem bem claros com o pai da Duquesa ao dizerem que não estavam bravos com Thomas e que se preocupavam com sua saúde e segurança.

As principais alegações dos advogados de Meghan é que esses veículos perseguiram, humilharam e manipularam Thomas, mesmo com vários pedidos para que o pai da Duquesa fosse deixado em paz. Os tabloides também criaram uma disputa sem fim entre Meghan e Thomas, prejudicando assim o relacionamento entre pai e filha. Os jornais também foram formalmente acusados pela defesa de Meghan de criar situações onde ela foi colocada como vilã. Abaixo vamos destrinchar as mensagens de textos enviadas para Thomas Markle, tanto por Meghan como por Harry:

Meg e eu não estamos com raiva, só precisamos falar com você… falar com a imprensa VAI sair pela culatra, confie em mim, Tom. Só nós podemos ajudá-lo, como tentamos desde o primeiro dia. – Mensagem de texto do príncipe Harry para Thomas Markle

A Associated Newspapers afirma que queria somente esclarecer a situação em nome de Thomas Markle, mas os advogados de Meghan os acusam que eles somente tinham interesse comercial em benefício próprio.

Como é de conhecimento de todos, desde o anuncio do noivado de Harry e Meghan, Thomas Markle vinha sendo constantemente fotografado por paparazzi em momentos íntimos de seu dia-a-dia, como quando ele estava lendo noticias sobre a filha e seu noivo e quando ele estava provando ternos para o casamento real. Mais tarde soubemos pelo próprio Thomas que ele e sua filha Samantha entraram em contato com paparazzi para que o pai de Meghan fosse fotografado e assim pudesse ganhar dinheiro com a venda dessas fotos.

Os advogados de Meghan pontuam que foram as ações (ilegais) do réu que deram origem à reivindicação da requerente, e não conduta de seu pai. Eles continuam pontuando que toda essa perseguição publica foi o motivo com que Thomas não compareceu ao casamento de Harry e Meghan, pois se sentia muito envergonhado por toda narrativa criada pelos tabloides britânicos.

Segue uma serie de mensagens de texto destinadas a Thomas. Ressaltando que os tabloides acusaram Meghan de abandono, deixando seu pai doente sem respostas suas.

Tom, é Harry e eu vou ligar para você agora. Por favor, atenda, obrigado.

Tom, Harry de novo! Realmente preciso falar com você. Você não precisa se desculpar, entendemos as circunstâncias, mas “tornar público” só vai piorar a situação.

Se você ama Meg e quer consertar as coisas, por favor, me ligue, porque há duas outras opções que não envolvem você ter que falar com a mídia, que por acaso criou toda essa situação.

Então, por favor, me ligue para que eu possa explicar. Meg e eu não estamos com raiva, só precisamos falar com você. Obrigado.

Ah, se falar com a imprensa sair pela culatra, confie em mim, Tom. Somente nós podemos ajudá-lo, como tentamos desde o primeiro dia.

Em meio a todo esse caos, Thomas foi hospitalizado e Meghan novamente acusada de ter deixado seu pai sozinho em um hospital sem prestar socorro ao mesmo. O documento legal explica que, em vez de falar com sua filha, Thomas Markle emitiu uma declaração pública através do site de fofocas dos EUA TMZ, dizendo que ele havia ido ao hospital por ter sofrido um ataque cardíaco, e essa foi a primeira vez que ela soube de sua condição. Abaixo, segue as mensagens de Meghan para Thomas:

Estive em contato com você o fim de semana inteiro, mas você não atende nenhuma das nossas ligações ou responde a nenhuma mensagem de texto… Muito preocupado com sua saúde e segurança e tomou todas as medidas para protegê-lo, mas não tenho certeza do que mais podemos fazer se você não responder … Precisa de ajuda? Podemos enviar a equipe de segurança novamente? Lamento saber que você está no hospital, mas preciso que você entre em contato conosco … Em que hospital você está?

Harry e eu tomamos uma decisão hoje mais cedo e estamos enviando os mesmos seguranças que você recusou neste fim de semana para estar presente no local para garantir que você esteja seguro… eles estarão lá à sua disposição assim que possível. conforme você precisar.

Por favor, ligue o mais rápido possível… tudo isso é incrivelmente preocupante, mas sua saúde é mais importante.

Em uma resposta única no dia 15 de maio de 2018, Thomas diz a Meghan que apreciava a oferta, mas não se sentia em perigo e se recuperaria em um motel, após ficar poucos dias no hospital.

Em outro indicio, os advogados da Duquesa dizem uma mensagem emotiva atribuída a Thomas Markle que serviu de “prova” para validar vários artigos que atacaram claramente Harry e Meghan, incluindo as criticas pesadas de Piers Morgan que é colunista de Mail on Sunday, não pode ter sido escrita para o pai de Meghan. Como o casal desconfiou que a mensagem não seria de Thomas, através do celular de Meghan, Harry enviou outra mensagem para seu sogro:

 Tom, é o Harry, por favor, atenda seu telefone. Eu preciso saber que na verdade é você, porque não soa como você.

Essa mensagem jamais foi respondida. Como já citamos, Meghan alega que a carta enviada em particular para seu pai é de sua autoria e que ela jamais deveria ser publicada sem seu consentimento. A Associated Newspapers e o Mail on Sunday alegam que o conteúdo da carta não era privado ou confidencial, evidentemente ou absolutamente. Além de se apoiarem em um artigo da revista americana People de 18 de fevereiro de 2019, onde cinco amigos da Duquesa de Sussex saíram em defesa da mesma. Os amigos que não tiveram suas identidades reveladas até hoje, defenderam publicamente Meghan que naquele momento estava gravida de 6 meses de seu filho Archie e vinha sendo muito perseguida por esses tabloides. Segundos os réus, quem estava por trás do artigo era Meghan e isso valida a publicação da carta por eles. Vale lembrar que o artigo da People foi publicado 5 meses depois dos tabloides publicarem a carta.

A Duquesa de Sussex nega expressamente qualquer conhecimento prévio da entrevista da People – e diz que as palavras e a forma com que a carta foi exposta ao público estavam erradas. Seus advogados apontam que, se ela estivesse envolvida na história, as referências teriam sido precisas. Em alegação anexada no processo, a defesa de Meghan diz que:

Como ela descobriu mais tarde, após visitas para vê-la em Londres no início de 2019, alguns de seu círculo íntimo de amigos ficaram extremamente preocupados com os ataques agressivos a ela na mídia e com o impacto palpável e profundo que esse estava tendo sobre ela, especialmente porque ela era vulnerável e estava muito grávida na época.

Como resultado, uma de suas amigas mais próximas decidiu que elas deveriam ajudar organizando entrevistas anônimas a essa revista americana cujo editor era um amigo antigo dela, no qual eles poderiam explicar como era realmente a reclamante (em oposição ao retrato dos tabloides faziam dela).

Em particular, a requerente não sabia que suas amigas fariam qualquer referência à carta ou seu conteúdo, a intenção de enviá-la ou a resposta que seu pai enviou, nem ela jamais concordaria em que isso acontecesse.

Em sua defesa, o Mail on Sunday argumenta que o direito da Duquesa à privacidade em suas comunicações e vida familiar sob a Lei de Direitos Humanos de 1988 não deve se aplicar, em parte porque ela é rica e é membro da família real britânica.

A Associated Newspapers também diz que as cartas não devem ser consideradas privadas, a menos que contenham “os sentimentos mais profundos ou pessoais do autor” – das manchates usadas pelos jornais ter sido “Meghan de coração quebrado em carta comovente ao pai distante”.

Além disso, os réus afirmam que a Duquesa não poderia ter uma “expectativa razoável” em relação à privacidade porque não pediu expressamente ao pai para não divulgar a carta e porque ela a escreveu ordenadamente à mão, sem erros de ortografia, o que sugere o editor que deve ter sido destinado ao mundo em geral para ler.

A Associated Newspapers continua reivindicando um interesse legítimo em reproduzir a carta de Meghan Markle porque sua existência foi mencionada na passagem por amigos dela durante uma entrevista “longa” da revista americana People; uma entrevista que a Duquesa disse que não sabia que havia sido dada.

Eles também alegam que não procuraram comentários ou aprovação da Duquesa antes da publicação – como geralmente é considerada uma boa prática jornalística – da carta, pois acreditava que suas palavras eram “legais” e seus relatórios também “objetivos” para arriscar qualquer coisa que pudesse ” interferir seriamente nisso”.

Para a defesa de Meghan:

É indiscutível que a carta era claramente privada tanto em termos de seu conteúdo (como continha os pensamentos mais profundos e pessoais da reclamante sobre seu relacionamento com o pai) como no método em que esses pensamentos eram comunicados, independentemente de quão bem eles foram apresentados ou do fato de uma cópia da comunicação ter sido retida por ela.

Além disso, o direito à privacidade da reclamante não é proporcional nem ditado pela quantidade (percebida) de dinheiro ou privilégio que ela possui, nem pode ser por uma questão de lei.

 

A defesa de Meghan alega que seu pai foi manipulado e intimidado pelo jornalista do Mail Online Peter Sheridan em uma entrevista que durou várias horas publicada em 28 de julho de 2018. A defesa conta com o apoio do Thomas.

Como o Sr. Thomas Markle afirma nesta carta (contradizendo assim uma série de afirmações falsas na defesa, como o réu está bem ciente):

No dia seguinte [Peter Sheridan] anunciou e se gabou de ter uma entrevista de 9 horas. Ele disse algumas coisas que eu disse com confiança, mas 85% eram mentiras e besteiras! Liguei para ele e disse que ele era um ladrão, um mentiroso e um covarde, e iriamos acertas as contas!

Eu não queria ou pretendia dar uma entrevista a ele e certamente não faria 9 horas de graça!

Quando me perguntaram se tentei pedir dinheiro emprestado, três dias antes do casamento? Eu disse: “Não, não o fiz, mas sei que ela teria me ajudado se eu pedisse”. Fiz um comentário sobre Tom Jr [seu filho] não me dava, “nem um centavo furado”, e eles mudaram para o pai de Meghan reclamando que seus filhos não lhe pagariam um centavo!! Esse comentário veio da entrevista de 9 horas de Peter Sheridan ….

Eu nunca disse nada sobre sua avó, nunca!! Eu sei que você cuidou dela, não sei de onde isso vem! Compreendo que você sempre se preocupou com minha saúde e estava tentando me ajudar.

O fato é que esse processo ainda está começando e temos um bom caminho pela frente. Uma audiência preliminar na sexta-feira, 24 de abril, que será realizada remotamente, tratará de um pedido da Associated Newspapers para eliminar partes do caso de Meghan Markle antes de um julgamento completo do caso.

 

Fontes: The Guardian e Byline Investigates.